
José Manuel Barbosa, fundador do Sonar Labs
A maior barreira de uma empresa pequena não é o dinheiro, necessariamente, mas ter competências e experiências em múltiplas áreas. Ter profissionais que consigam dominar todos os seus principais assuntos é um grande desafio que muitas vezes dificulta o crescimento e sucesso.
Justamente para resolver esse problema (limitação da mão-de-obra em quantidade) é que a
Sonar Labs desenvolveu uma IA que consegue realizar mais de 60 rotinas essenciais a qualquer negócio. Detalhe: grande parte do sistema roda praticamente de forma autônoma, sem ninguém o abrir.
“A nossa IA, não substitui um grande gestor, ela economiza tempo e expande as habilidades dele, por exemplo, o guiando a montar a estratégia certa a partir de uma enorme base de conhecimento empresarial, benchmarks e dezenas de metodologias consolidadas, lendo diariamente os movimentos dos concorrentes, para o mais importante: se antecipar, ser rápido e errar menos”, explica o fundador
José Manuel Barbosa.
“A empresa pequena passa a ter, no primeiro dia, o discernimento que ela levaria uma década para acumular e é esse encadeamento que separa o uso de diversos sistemas separados, em produtividade”, destaca o criador que aliou necessidade do mercado, pesquisa, vivência executiva e experiência de grandes empresas. Foi a própria IA que ajudou José Manuel Barbosa a criar o sistema que oferece às empresas um “super diretor”. Como ele explica, foram cinco meses de construção e 40 de preparação.
Hoje os sistemas da Sonar Labs atendem oito áreas das empresas e realizam mais de 60 rotinas essenciais. A “IA diretor”, criada por Barbosa, que se chama
Sonarview, cria os planos de negócio, monitora a reputação da marca e observa os concorrentes, responde e-mails, atende o WhatsApp, conversa, prospecta, marca reuniões e até envia propostas sozinha. Ela ainda cuida do CRM, planeja o marketing, cria e posta conteúdos nas redes sociais, envia campanhas, faz suporte, envia contratos para assinatura digital, organiza o financeiro e documentos e até guarda as senhas da empresa com segurança de alto nível.
“Escrever software deixou de ser o gargalo. A limitação real é saber o que escrever, conhecer as regras de negócio a fundo e como gerenciar um projeto de desenvolvimento”, diz o fundador da Sonar Labs. “A IA acelera a entrega, mas o que decide o jogo é o método, a arquitetura, a velocidade de adaptação, e adaptar exige entender profundamente do contexto, do mercado e da dor real de quem paga a conta”, analisa José Manuel, alertando sempre que a I.A. deve ser aliada nas tarefas braçais e repetitivas, para que o gestor e time da empresa sejam liberados para atividades mais nobres estratégicas e lucrativas.
Ferramenta de correção de redações reforça preparação para o Enem
Com mais de 10 anos de atuação, a
plataforma Enem Action oferece um ecossistema completo de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) de forma gratuita e online, disponível 24 horas por dia no site
enemaction.com.br. Pelo segundo ano consecutivo, o destaque é a possibilidade de intensificar o treinamento também para a redação.
"A prática orientada é uma das estratégias mais eficientes para a preparação para o ENEM. Ao treinar e receber uma análise detalhada do desempenho, o estudante chega ao dia da prova mais tranquilo, confiante e familiarizado com o que será exigido dele", afirma
Ana Paula Gonçalves, coordenadora do Enem Action.
Aprimorada, a nova ferramenta de avaliação de redação comentada por inteligência artificial possibilita testar a produção textual e ter, em questão de minutos, a devolutiva sobre a nota, além de identificar os pontos fortes e os aspectos a serem aperfeiçoados por cada candidato. “Com o Corrige EA, o estudante encontra os cinco últimos temas da redação do ENEM para se preparar e recebe uma nota estimada de 0 a 1000, seguindo a lógica das cinco competências avaliadas no exame: norma padrão, compreensão do tema, argumentação, coesão textual e proposta de intervenção. Assim, o enenzeiro entende não só sua nota final, mas também onde precisa melhorar para evoluir”, explica.
Na plataforma, os estudantes têm acesso permanente a apostilas de todas as áreas do conhecimento e a um amplo material de apoio, que inclui mais de 200 aulas comentadas em vídeo, correção de provas de anos anteriores, workshops de redação, mini simulados, e-books e teste vocacional. Além disso, em parceria com o Idomed, o Ibmec, a Wyden e a Estácio, o Enem Action também auxilia educadores de escolas públicas e privadas de diversas regiões do país.
No Enem Action, os estudantes também encontram planos de estudo com a estratégia necessária para a organização da rotina de aprendizados, além de informações atualizadas do exame, que é a principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil. Ainda segundo a coordenadora, o Enem Action já beneficiou cerca de 1 milhão de estudantes, diretamente pela plataforma e por meio de ações presenciais realizadas em diversas cidades do país.
Positivo SEG reforça papel da IA na borda para sustentar videomonitoramento
O
mercado de segurança eletrônica vive uma mudança que já é familiar a outros setores, com a migração da compra de equipamentos para modelos de assinatura, com mensalidades que incluem monitoramento, manutenção e atualização tecnológica contínua. Enquanto esse debate avança sob a ótica da experiência do cliente, fabricantes e integradores questionam qual infraestrutura é necessária para sustentar essa operação.
De olho nesse desafio, a
Positivo SEG, unidade de negócios e plataforma de automação e segurança eletrônica da Positivo Tecnologia, destaca a combinação entre plataformas em nuvem e inteligência artificial como caminho para atender à crescente demanda por videomonitoramento mais integrado e escalável. Com a conexão de um número cada vez maior de câmeras, empresas de monitoramento, portarias remotas e prestadores de serviços recorrentes precisam lidar com grandes volumes de imagens e encontrar formas mais eficientes de convertê-las em informações úteis para a operação.
“O modelo por assinatura tende a acelerar a renovação tecnológica do setor e o mercado deixa de discutir apenas o que uma câmera capta e passa a cobrar o que essa imagem pode gerar de valor”, afirma Oscar Hilgert, diretor comercial da Positivo SEG.
O movimento acompanha o crescimento do mercado brasileiro de segurança eletrônica. Segundo a ABESE, o setor deve crescer até 18,8% em 2026 e aponta que 85,7% dos produtos fabricados pela indústria nacional já incorporam recursos de inteligência artificial, reforçando que a tecnologia deixou de ser diferencial para se tornar parte estrutural das operações de segurança.