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A Colômbia vai realizar no domingo o segundo turno da eleição presidencial. Disputam um candidato de direita, apoiado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e um político de esquerda.
O primeiro turno de votação ocorreu em 31 de maio. Os dois primeiros colocados, um advogado de direita, Abelardo De La Espriella, e um senador de esquerda, Ivan Cepeda, passaram para disputar a presidência no segundo turno.
A Colômbia é conhecida como grande produtora de coca, principal matéria prima na produção de cocaína. Entre os tópicos primordiais da corrida presidencial estão medidas antidrogas e de segurança, bem como formas de reduzir a desigualdade social.
De La Espriella defende uma cooperação mais estreita com o governo Trump. Ele promete restaurar a ordem através do combate meticuloso contra grupos armados envolvidos no tráfico de drogas.
Cepeda quer continuar a política de diálogo com grupos armados promovida pelo atual presidente Gustavo Petro. Analistas acreditam que, se eleito, Cepeda manteria distância do governo Trump, que impôs sanções ao presidente Petro.
Nos últimos anos, a América do Sul viu uma transição do poder de líderes de esquerda para líderes de direita ou de centro, favoráveis aos Estados Unidos, na Argentina, no Chile e na Bolívia.
Analistas aguardam para constatar se o segundo turno presidencial da Colômbia vai resultar em um aumento adicional da influência americana.