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Os primeiros-ministros do Japão e do Reino Unido divulgaram comunicado conjunto sobre cooperação em segurança econômica, que abrange a área de minerais críticos.
Takaichi Sanae e Keir Starmer conversaram em Londres no domingo. O Reino Unido é a primeira etapa da viagem da primeira-ministra japonesa à Europa. Na França, ela participa de reunião de cúpula do Grupo dos Sete, que começa nesta segunda-feira.
No início do encontro com Starmer, Takaichi destacou que o Japão e o Reino Unido vêm intensificando a cooperação mútua em diversas áreas, incluindo segurança, em um nível que pode ser descrito como de “quase aliados”. Acrescentou que, na véspera da reunião de cúpula do G7, estava na expectativa de compartilhar pontos de vista e trabalhar em conjunto em torno de segurança energética e de recursos naturais, assim como em esforços para estabilizar a situação no Oriente Médio.
Algumas partes sobre cooperação em segurança econômica do comunicado divulgado após o encontro diriam respeito à China.
O documento expressa “as graves preocupações de ambos em relação a coerção econômica e a restrições arbitrárias à exportação, inclusive de minerais críticos”. Diz que o Japão e o Reino Unido vão intensificar a “cooperação entre os membros do G7 e países com interesses afins em várias áreas, como de mineração, refino, processamento, reciclagem e estocagem” de minerais críticos.
Segundo o comunicado, os dois dirigentes identificam “riscos elevados para a economia global nas circunstâncias do atual conflito no Oriente Médio, principalmente pressão sobre redes de fornecimento de energia”. Em relação a esta questão, o documento reitera a importância de assegurar coordenação entre países produtores e consumidores.
Além disso, o comunicado trata de planos para intensificar a cooperação recíproca na geração de energia eólica em alto-mar.
Na conversa, Takaichi e Starmer decidiram agilizar um programa conjunto entre Japão, Reino Unido e Itália para desenvolvimento de aeronaves de combate de próxima geração. Analistas avaliam que problemas fiscais do Reino Unido podem afetar o avanço do projeto.
com NHK