
Crédito: Pasqualotto & GT
A busca por eficiência e redução de desperdícios tem impulsionado construtoras e incorporadoras a investirem cada vez mais em
gestão tecnológica de obras. Especializada em engenharia consultiva e tecnologia aplicada à construção civil, a
DAHER Engenharia atua diretamente no controle tecnológico, análise de materiais, monitoramento estatístico e gestão preventiva de qualidade em grandes empreendimentos do País.
O processo é considerado um investimento estratégico em edificações residenciais, comerciais e obras de infraestrutura, pois é capaz de gerar
economia de recursos materiais e
financeiros ao longo da execução da obra e durante toda a vida útil do empreendimento. Segundo o sócio-diretor
César Daher, o trabalho começa antes mesmo do concreto chegar ao canteiro de obra. “Em um primeiro momento, realizamos a auditoria na usina de concreto, segundo parâmetros que desenvolvemos ao longo de anos de trabalho e pesquisa, aliados a normalização técnica vigente, visando garantir o padrão de qualidade do concreto a ser fornecido”, explica.
O processo inclui análises técnicas detalhadas sobre a compatibilidade dos materiais constituintes do concreto e as suas propriedades especificadas para cada empreendimento. De acordo com o sócio
César Henrique Daher, a avaliação considera tanto as normas técnicas quanto as exigências específicas do projeto estrutural. “Através das especificações técnicas de projeto, aliadas às boas práticas normativas e nosso know-how sobre a durabilidade estrutural necessária para aquela obra, avaliamos se a composição do concreto a ser fornecido está em conformidade com a utilização à qual se destina”, afirma.
Caso o material não esteja adequado, a empresa determina correções ou desenvolve o próprio estudo de dosagem racional do traço, conhecido no setor como a “receita do concreto”.
Além da segurança estrutural, a gestão tecnológica também impacta diretamente nos custos do empreendimento. A redução de desperdícios, a prevenção de anomalias construtivas, a diminuição de retrabalhos e o aumento da vida útil das estruturas estão entre os principais benefícios percebidos por construtoras e incorporadoras.
Vaticano entra no debate sobre IA e mira big techs
Em um momento em que a regulamentação da inteligência artificial ocupa o centro das agendas globais, a
PUCPRESS – editora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (
PUCPR) -, traz ao Brasil uma obra que reúne o pensamento de filósofos, teólogos e especialistas em ética tecnológica do
Grupo de Pesquisa em IA do Centro Vaticano para a Cultura Digital. Com uma abordagem ética e antropológica, o livro contribui para o debate sobre políticas públicas e diretrizes capazes de garantir que as tecnologias emergentes estejam a serviço do progresso humano e da justiça social.
Em
Encontro com a Inteligência Artificial: Investigações Éticas e Antropológicas,
Jordan Wales, Matthew J. Gaudet, Noreen Herzfeld e Paul Scherz, promovem um debate essencial sobre a governança da IA em um cenário de urgência global - da Lei de IA da União Europeia às controvérsias em torno de modelos como o GPT-4 e o Gemini. O argumento central é uma crítica ao que o Papa Francisco denomina de "paradigma tecnocrático": a lógica que reduz pessoas e o mundo a matéria-prima a ser dominada pela tecnologia. Para os autores, algoritmos não são neutros, mas sim imbricados com interesses políticos e econômicos de quem os controla, com consequências diretas sobre a democracia, o trabalho, a saúde e a educação.
Por isso, os pesquisadores defendem que as decisões sobre a eventual regulamentação da inteligência artificial não podem ser confiadas exclusivamente a representantes de empresas de tecnologia ou a políticos, mas devem ser fundamentadas por uma análise mais ampla de toda sociedade civil. A proposta exposta no livro não é rejeitar a tecnologia, mas reorientá-la.
Os autores defendem uma "cultura do encontro" como antídoto ao isolamento gerado pela IA massificada - e propõem que fé e razão, longe de se oporem, podem oferecer uma base moral para o desenvolvimento tecnológico responsável. A obra examina impactos da IA em áreas como educação, saúde, trabalho e política, e propõe recomendações baseadas na Doutrina Social da Igreja, um conjunto de princípios que, segundo os pesquisadores, oferece ferramentas concretas para pensar o bem comum na era dos algoritmos.
DanaVerso mostra que é possível ganhar dinheiro jogando GTA RP
O universo dos
games deixou há muito tempo de ser apenas diversão. No Brasil, uma iniciativa vem chamando atenção por transformar o tempo de jogo em oportunidade: o
DanaVerso RP, servidor brasileiro de
GTA V Roleplay, apresenta uma proposta inovadora onde os jogadores podem viver experiências imersivas dentro do jogo e, ao mesmo tempo, ter a possibilidade de ganhar dinheiro real jogando.
Inspirado no universo do GTA V, o DanaVerso funciona como uma sociedade virtual, onde cada participante interpreta um personagem e pode construir sua própria trajetória. Dentro do servidor, os cidadãos podem trabalhar, empreender, abrir empresas, participar da economia local, adquirir propriedades, veículos, negócios e interagir com outros jogadores em uma experiência dinâmica, criativa e colaborativa.
A grande diferença do DanaVerso está em sua proposta de valor: o servidor foi criado para ser mais do que um ambiente de entretenimento. A comunidade busca oferecer uma experiência onde dedicação, criatividade, participação e engajamento possam gerar recompensas reais.
Segundo os criadores, o objetivo é valorizar os jogadores e mostrar que o mundo dos games também pode abrir portas para novas formas de renda, relacionamento e desenvolvimento pessoal. “O DanaVerso nasceu da ideia de criar uma comunidade onde as pessoas não fossem apenas jogadoras, mas protagonistas de suas próprias histórias. Aqui, quem participa, constrói, empreende e se envolve com a cidade pode ser reconhecido de verdade”, destaca a equipe do servidor.
Reforma tributária amplia papel da IA na gestão financeira
A
reforma tributária deixou de ser uma preocupação restrita às áreas fiscal e contábil. Com o avanço da transição, o tema passa a afetar decisões de caixa, crédito, formação de preços e margem dentro das empresas. Na prática, a adaptação ao novo modelo tributário também dependerá da qualidade dos dados, da integração entre áreas e da capacidade de simular cenários antes que os impactos cheguem à operação.
Um dos pontos mais sensíveis da reforma é o
split payment, mecanismo que prevê a separação do valor do imposto no momento do pagamento. Com ele, a parcela referente aos tributos deixa de ficar temporariamente no caixa do fornecedor e passa a ser direcionada diretamente ao governo. Empresas que hoje contam com esse intervalo entre o recebimento e o recolhimento do imposto terão de rever a necessidade de capital de giro e entender melhor o comportamento do caixa.
Esse recorte, do Senior Live ERP, integra a programação do
Senior Experience 2026, evento promovido pela
Senior Sistemas no dia 21 de maio, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. A segunda edição do encontro reunirá especialistas e executivos para discutir como tecnologia, dados e inteligência artificial já influenciam decisões de gestão e negócio, em meio a mudanças regulatórias e novos desafios de competitividade.
Empresas que conseguirem antecipar os efeitos no caixa, revisar a formação de preços e organizar melhor seus créditos tendem a atravessar a transição com mais capacidade de competir. Já operações menos preparadas podem enfrentar perda de eficiência, redução de margem e maior necessidade de crédito para sustentar a operação. Ao calcular mal seus créditos ou demorar a rever preços, a empresa pode chegar ao mercado mais cara que concorrentes mais preparados — sem perceber onde perdeu margem.