Plataforma Pixta conecta artistas, produtores e público
E mais: Empresa paranaense aposta em inteligência de dados e IA para transformar cobrança e relacionamento com o cliente
22/04/2026 às 15:40
Entrevista com Caio Prince. Divulgação
Criada em 2022 pela mente criativa de João Pedro Netto, a Pixta nasceu com a proposta de desenvolver uma tecnologia capaz de aproximar artistas, produtores, casas de show e coletivos independentes de Curitiba. Atuando na venda de ingressos e na gestão de eventos, a plataforma foi construída a partir de necessidades concretas do setor, ouvindo seu público sobre taxas, operacionalidade do sistema e estratégias de divulgação.

“Desde o início, quisemos fortalecer o cenário cultural de Curitiba. Nunca nos bastou atuar apenas no nosso forte, que é a tecnologia e a prática de taxas justas para produtores e público. Por isso, também escolhemos usar a comunicação como ferramenta para ampliar o alcance de artistas, coletivos e casas de diferentes portes”, afirma João.

Em apenas quatro anos, a Pixta já soma mais de 300 mil eventos realizados e mais de 100 mil usuários cadastrados. Entre os recursos oferecidos estão controle de vendas, check-in via QR Code, pagamentos via PIX, suporte humano e a menor taxa do mercado.

Desde o início de 2025, a Pixta entrou em uma nova fase, ampliando sua atuação no setor. Entre os próximos passos estão a gestão de participantes, integração com mercados internacionais e a venda de produtos físicos.

Mas sua atuação vai além da tecnologia. "Acreditamos que a relação entre público e artistas/produtores precisa ser mais próxima. Desde o início, o diferencial da Pixta é o nosso conteúdo e relação com os agentes da cidade. Nossos conteúdos são voltados para os artistas, produtores, festas e casas que movimentam a cidade; desta forma, deixando registrado o que está acontecendo pelo país e quem está fazendo acontecer. Tudo isso para fortalecer essa conexão e valorizar os profissionais culturais independentes”, comenta o fundador.

Posicionada como agente ativo da cena cultural curitibana, a Pixta também investe na circulação de histórias e na valorização de quem constrói a cultura local. Entre os projetos desenvolvidos estão os quadros “Procure Saber”, “Que Pixta é Essa?” e “Pé do Ouvido”, que contam com entrevistados como Janine Mathias, Clementaum, Caio Prince, Dow Raiz, Rubia Divino, Dj Patife, Camilo Rocha, Bina Zanette e Prosa.

Solucz amplia atuação nacional com inteligência artificial e de dados



Em um cenário de transformação acelerada na forma como empresas se relacionam com seus clientes, o mercado de cobrança, atendimento e operações terceirizadas passa por uma mudança estrutural. Mais do que executar processos, as empresas são pressionadas a operar com inteligência, previsibilidade e foco na experiência do cliente.

É nesse contexto que a Solucz Soluções Inteligentes, empresa paranaense com sede em Curitiba e atuação nacional, vem consolidando seu posicionamento como um hub estratégico de operações orientadas por dados, tecnologia e performance.

Com nove anos de mercado, a companhia atua na evolução de jornadas de cobrança, atendimento e back office, substituindo modelos tradicionais baseados em volume por estratégias mais inteligentes, conectadas e orientadas por comportamento.

Dados de mercado indicam que o setor de serviços terceirizados e contact centers segue em expansão no Brasil, impulsionado pelo avanço da digitalização, da inteligência artificial e da necessidade de eficiência operacional. No campo da recuperação de crédito, o aumento da inadimplência também tem exigido abordagens mais inteligentes e menos invasivas.
Para a Solucz, esse cenário representa uma mudança de paradigma, em que tecnologia e inteligência passam a atuar de forma integrada dentro da operação.

“O Solucz 360 responde a uma lacuna estrutural do mercado. Não é uma ferramenta, é um modelo de operação orientado por dados e decisão, que integra inteligência artificial e curadoria humana para gerar mais precisão e consistência”, afirma a diretora executiva, Suellen Fugie.

Onde mora a Inteligência Artificial?

A Inteligência Artificial deixou de ser um conceito futurista para se tornar parte do cotidiano, presente em assistentes virtuais, sistemas de recomendação, diagnósticos médicos e operações empresariais. Mas, por trás dessa tecnologia aparentemente “invisível”, existe uma pergunta fundamental: onde ficam armazenados todos os dados que alimentam a IA?

A resposta passa por uma infraestrutura robusta e altamente complexa. Os sistemas de Inteligência Artificial dependem de gigantescos volumes de dados, armazenados principalmente em data centers, estruturas físicas compostas por milhares de servidores, e em ambientes de computação em nuvem, distribuídos globalmente. Esses dados incluem desde textos, imagens e vídeos até registros transacionais e comportamentais, que são utilizados para treinar e aprimorar algoritmos.

O crescimento desse volume é exponencial. Segundo dados da IDC (International Data Corporation), o mundo deve gerar mais de 180 zettabytes de dados até 2025. “Esse cenário impõe desafios relevantes para empresas e governos, especialmente em relação à capacidade de armazenamento, consumo energético e segurança da informação. Data centers que suportam aplicações de IA estão entre os maiores consumidores de energia do mundo, exigindo soluções avançadas de eficiência energética e gestão térmica para operar em larga escala", indaga o CEO da Opus Tech, Junior Machado.

Outro ponto crítico é a segurança. Com o aumento do volume de dados sensíveis utilizados por sistemas de IA, cresce também a necessidade de políticas robustas de proteção, governança e conformidade com legislações como a LGPD. Vazamentos ou usos indevidos podem gerar impactos financeiros e reputacionais significativos.

“O futuro da Inteligência Artificial está diretamente ligado à forma como armazenamos e gerenciamos dados. Quem dominar essa infraestrutura terá uma vantagem competitiva significativa nos próximos anos”, conclui.

Tecnologia redefine patamar da cardiologia

Curitiba consolida sua posição como um dos polos mais avançados da cardiologia no Brasil e na América Latina. O Hospital Cardiológico Costantini, referência em cardiologia intervencionista, acaba de concluir um investimento de US$ 3 milhões na aquisição de equipamentos de última geração para tomografia e hemodinâmica, incorporando inteligência artificial (IA) aos exames e procedimentos cardiovasculares. A iniciativa posiciona o Paraná no mesmo patamar dos grandes centros mundiais da especialidade.

A modernização inclui o tomógrafo CT 5300 e dois sistemas de hemodinâmica Azurion 7, ambos da Philips, os primeiros desses modelos instalados na América Latina. A nova estrutura eleva o padrão de segurança, precisão diagnóstica e eficiência clínica, com impacto direto na experiência e nos desfechos dos pacientes.

“A tecnologia precisa estar a serviço da vida. Investir em inteligência artificial aplicada à cardiologia significa oferecer diagnósticos mais precoces, procedimentos mais seguros e decisões médicas mais assertivas, sempre com o paciente no centro do cuidado”, afirma o diretor-fundador do hospital, Costantino Costantini.
 
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