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Um novo
sistema de diagnóstico baseado em alta definição e apoiado por inteligência artificial (IA) chega a Curitiba com exclusividade para o Paraná, prometendo ampliar a precisão na detecção precoce de doenças do aparelho digestivo. Com investimento de aproximadamente R$1 milhão, a tecnologia foi incorporada por uma equipe liderada pelo médico
Eduardo Aimoré Bonin, especialista em gastroenterologia, cirurgia digestiva e endoscopia.
Já adotada em centros de referência nacionais, a solução combina recursos avançados de imagem com IA para detectar lesões no trato digestivo, incluindo gastrites, pólipos e cânceres em estágio inicial com maior nitidez e eficácia em comparação aos exames tradicionais. É a primeira iniciativa a englobar os exames de endoscopia digestiva alta e colonoscopia no Estado, permitindo uma avaliação ampla do trato gastrointestinal.
Durante procedimentos como endoscopia digestiva alta e colonoscopia, o sistema atua como um suporte ao olhar clínico do médico. A tecnologia analisa imagens em tempo real, comparando-as com bilhões de padrões previamente inseridos, e sinaliza possíveis alterações que possam indicar pólipos, metaplasia ou outras lesões precursoras de câncer gastrointestinal. Segundo Bonin, a ferramenta funciona como um reforço à análise médica e pode contribuir para diagnósticos mais precoces.
Nessa iniciativa, além da tecnologia embarcada nos exames, Bonin desenvolveu uma concierge virtual baseada em inteligência artificial para acompanhamento do paciente. Batizada de Maya, a ferramenta funciona como uma assistente treinada a partir de informações inseridas pelo médico.
A plataforma foi desenvolvida pela equipe do Presia Premium, composto pelo médico Eduardo Bonin, o motion designer Mauro Castro e o desenvolvedor Wesley Razzera, responsáveis pela interface digital e pela estrutura tecnológica do sistema.
As tecnologias estão disponíveis com exclusividade para a
Clínica Endoscopia Mais, em Curitiba, cujos responsáveis técnicos são os médicos Adriano Reimann e Ana Maria Reimann. O serviço ainda inclui recepção personalizada, acompanhamento individual durante todo o processo e suporte digital no período pós-procedimento.
Soow Sigma recebe prêmio global da Fortinet
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Soow Sigma foi reconhecida com o prêmio Unified SASE Partner of the Year 2025 durante o
Fortinet Accelerate 2026, um dos principais eventos globais do setor de cibersegurança, realizado em Las Vegas. O reconhecimento foi concedido pela Fortinet, líder global em soluções de segurança digital e redes seguras.
A premiação destaca parceiros que lideraram projetos estratégicos dentro do ecossistema da Fortinet. A Soow Sigma foi a vencedora na categoria Secure Access Service Edge (SASE), que envolve a arquitetura e implementação de soluções em ambientes corporativos complexos. Para Vitor Castelo Branco Pupe, Senior Manager de canais da Fortinet, o reconhecimento reflete a consistência da parceria e o alto nível técnico da companhia. “Mais do que um troféu, esse prêmio representa uma jornada construída com forte engajamento e entrega. A Soow Sigma se destaca pela capacidade de executar projetos complexos e pela especialização em segurança, posicionando-se como um parceiro estratégico que entrega exatamente o que o mercado exige”, afirma.
Para o CEO da Soow Sigma,
Roberto Fofano, o reconhecimento reforça a capacidade da empresa de estruturar e executar projetos avançados de segurança digital. “Projetos de SASE exigem muito mais do que tecnologia. Eles envolvem arquitetura bem definida, visão estratégica e capacidade de execução ao longo de toda a jornada, da concepção à operação. Esse prêmio mostra que o trabalho que estamos desenvolvendo no Brasil está alinhado às melhores práticas globais e que nossa equipe tem competência para entregar projetos críticos com alto nível de segurança e consistência”, afirma.
O modelo SASE integra tecnologias de rede e segurança em uma arquitetura baseada em nuvem, permitindo proteger usuários, aplicações e dados em ambientes corporativos cada vez mais distribuídos. A abordagem tem ganhado espaço à medida que empresas adotam estratégias de trabalho híbrido, computação em nuvem e acesso remoto a sistemas críticos.
Startup de IA se torna “cérebro digital” de organizações
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StaryaAI, startup brasileira especializada em inteligência artificial, anunciou o reposicionamento de sua marca para atuar como uma camada central de inteligência nas
operações de organizações. Após um ano de operação, a empresa amplia sua atuação além da saúde e passa a oferecer sua tecnologia para diferentes setores intensivos em dados no Brasil.
Fundada com foco inicial no setor de saúde, a empresa ampliou sua atuação para dezenas de clientes e passou a operar em jornadas críticas como agendamentos, autorizações, faturamento, linhas de cuidado, benefícios corporativos e serviços de concierge. A entrada em contas estratégicas e a expansão do portfólio trabalhando com grandes empresas como dr.consulta, Hospital Santa Joana e Unicall Soluções em Atendimento (empresa especializada em contact center e dedicada ao atendimento de beneficiários Unimed) reforçaram o posicionamento da startup como plataforma de inteligência artificial voltada à eficiência operacional e ao crescimento de receita.
A origem da StaryaAI está na percepção do empresário
Fábio Tiepolo de que a saúde se transformou em um ambiente marcado por atrasos de decisão, longo período de espera e frustração dos clientes, tudo isso, mesmo com grande volume de dados e sistemas disponíveis. Com mais de 25 anos de experiência em hospitais, operadoras, indústria farmacêutica e telemedicina, o executivo identificou na IA generativa uma oportunidade de transformação operacional semelhante ao impacto da mecanização na Revolução Industrial. “Em 2024, a ideia era criar um projeto que tivesse como objetivo capacitar organizações e auxiliá-las a transformar suas operações com inteligência artificial avançada, proporcionando eficiência, personalização e acessibilidade em cada atendimento”, destaca o empresário.
Dicas para melhorar experiência do cliente no autoatendimento
O atendimento ao cliente é essencial em qualquer negócio, mas como oferecer uma experiência memorável quando o assunto é
autoatendimento? O levantamento da Opinion Box realizado em parceria com a Payface em 2025, mostra que 64% dos consumidores brasileiros já utilizaram algum tipo de autoatendimento no varejo físico. Para Guilherme Mauri, CEO da
Minha Quitandinha, startup de tecnologia para o varejo que opera no modelo de franquias de minimercados autônomos, com cerca de 800 unidades espalhadas pelo Brasil, a experiência do usuário se torna o principal diferencial para a fidelização neste tipo de serviço.
“O autoatendimento está cada vez mais presente no dia a dia do consumidor, como os mercadinhos autônomos em condomínios e empresas. Para empreendedores, este modelo representa uma oportunidade de abrir o próprio negócio sem precisar comprometer horas do dia no balcão. No entanto, para ter sucesso, não dá para focar apenas nos produtos e deixar a experiência do cliente em segundo plano. Afinal, é a satisfação do consumidor que garante retenção e recorrência. Sem poder contar com a simpatia de um vendedor, o autoatendimento exige tecnologia, agilidade e personalização para conquistar a clientela”, explica o executivo.
A tecnologia desempenha um papel fundamental na melhoria da experiência do cliente de autoatendimento. O consumidor precisa conseguir realizar a compra com autonomia e fluidez. Por isso, da mesma maneira em que se investe em treinamento de pessoas, é necessário investir em inovação para se destacar entre os concorrentes. Como o seu negócio pode tornar a experiência de compra ainda melhor? Por meio de recursos como inteligência artificial,
machine learning e análise de dados, os desenvolvedores podem criar experiências mais personalizadas, envolventes e confiáveis. A tecnologia tem que facilitar, não dificultar o processo.
Seja em loja online, totem de atendimento ou minimercado de condomínio, é fundamental que o cliente tenha acesso a um suporte rápido e descomplicado sempre que necessário. “O consumidor precisa saber que pode contar com ajuda. Autoatendimento não significa estar sozinho, mas ter autonomia. O empreendedor precisa estar presente, ainda que à distância. Isso faz toda a diferença”, conclui.