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Principal barreira de proteção do organismo, a pele precisa lidar simultaneamente com o aumento da radiação ultravioleta, calor, suor e inflamações microscópicas, além dos hábitos comuns do verão, como dormir menos e usar mais o celular à noite. Mas, alerta a dermatologista Denise Ozores: “As consequências costumam aparecer semanas ou meses depois, em forma de manchas, linhas finas, sensibilidade e uma aparência mais cansada”.
Ela reforça ainda que o bronzeado, associado à saúde, é na verdade uma resposta defensiva da pele ao dano solar. O bronze some no outono, “mas a agressão fica registrada nas células”.
Já a luz azul emitida por celulares e computadores intensifica o estresse oxidativo e pode estimular processos de pigmentação, especialmente quando combinada à exposição solar. E adverte: “Sem esse descanso profundo, a pele não entra em modo de regeneração. Não é algo que se resolva depois com cosméticos caros ou procedimentos isolados”.