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A leucemia é um tipo de câncer que afeta as células do sangue e da medula óssea, exigindo diagnóstico preciso, começo breve do tratamento e acompanhamento contínuo. Segundo a hematologista Alessandra Akemi Johann, da Oncoclínicas Curitiba, os principais desafios no enfrentamento da doença começam pela sua gravidade e evolução rápida, especialmente nos casos de leucemias agudas.
A Oncoclínicas de Curitiba se tornou referência no atendimento completo aos pacientes com leucemia, desde o diagnóstico até o tratamento. “Temos uma equipe que se dedica a estudar a doença e capacitada a fazer diagnóstico com exames precisos disponíveis e instituir o tratamento mais indicado para cada caso. Além disso, contamos também com uma equipe multiprofissional com ampla experiência no cuidado desses pacientes”, informa.
Conforme explica a especialista, a maior urgência é garantir um diagnóstico ágil e iniciar o tratamento o quanto antes. A partir daí, são necessárias outras providências, como o controle dos efeitos colaterais, manejo de infecções, necessidade de transfusões de sangue. Podem surgir alterações no apetite e no paladar, além das mudanças bruscas na rotina do paciente, muitas vezes com internações prolongadas, conforme cada caso.
A prevenção da leucemia também é um grande desafio, já que a doença pode surgir em qualquer idade e sem causa definida. Entretanto, hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e, principalmente, a cessação do tabagismo, ajudam a reduzir os riscos.
“O cuidado com a saúde, aliado ao diagnóstico precoce e ao acesso a centros especializados, é essencial para ampliar as chances de sucesso no tratamento da leucemia”, afirma a hematologista.
Sinais de alerta
O diagnóstico precoce tem papel decisivo nos desfechos clínicos. Identificar a doença ainda em fases iniciais pode evitar complicações graves, como infecções severas e necessidade intensa de transfusões. “O exame que aponta a suspeita de leucemia é o hemograma. Muitas vezes, o paciente sequer apresenta sintomas, e a doença é descoberta em exames de rotina”, ressalta.
Entre sinais de alerta estão palidez, cansaço excessivo, manchas roxas pelo corpo, sangramentos sem motivo aparente e infecções recorrentes. No entanto, a ausência de sintomas não exclui a necessidade de acompanhamento médico regular.
O transplante de medula óssea é uma das principais estratégias terapêuticas para as leucemias agudas e pode representar a cura em muitos casos. Já as leucemias crônicas costumam ter evolução mais lenta, podendo ser controladas com medicamentos modernos e tratamentos-alvo, que atuam diretamente nas mutações genéticas responsáveis pela doença.
“A medicina avançou muito no diagnóstico molecular, o que permite identificar alterações genéticas específicas e definir terapias cada vez mais personalizadas. Isso aumenta significativamente as chances de resposta ao tratamento e o controle da doença”, afirma Alessandra.
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