
A Cesta de Natal está 1,63% mais cara em Curitiba e Região Metropolitana no acumulado de 12 meses, segundo análise da Fecomércio PR
A Cesta de Natal está 1,63% mais cara em Curitiba e Região Metropolitana no acumulado de 12 meses, segundo análise da Fecomércio PR. O resultado coloca a capital na quarta posição entre as cidades brasileiras avaliadas pelo IBGE para a composição do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15). A inflação nacional dos itens que compõem a ceia de Natal e os presentes com maior demanda no fim do ano foi de 0,72% no mesmo período. Apesar da alta no acumulado de 12 meses, o movimento recente é moderado, tendo em vista que a inflação da Cesta de Natal em novembro foi de 0,17%, o segundo maior índice entre as capitais, mas ainda um percentual baixo, sem indicar aceleração de preços às vésperas das comemorações. De acordo com o assessor econômico da Fecomércio PR, Lucas Dezordi, o desempenho reflete um cenário inflacionário mais controlado ao longo de 2025. “Se a gente observar a inflação tanto no Brasil quanto em Curitiba, ela foi relativamente pequena neste ano para os principais produtos da Cesta de Natal. Nos últimos 12 meses, a inflação ficou em 1,63% em Curitiba e apenas 0,72% no Brasil”, avalia.
FEIRA DO EMPREENDEDOR SEBRAE 2026
O principal evento de empreendedorismo e pequenos negócios do Paraná já tem datas e locais para 2026. A Feira do Empreendedor Sebrae acontecerá em Pato Branco, de 18 a 20 de junho; Londrina, de 06 a 08 de agosto; e Curitiba, de 16 a 19 de setembro. O anúncio aconteceu nesta sexta-feira (12) em reunião com parceiros que apoiaram na realização dos eventos em 2025. Nesse ano, as três edições da Feira do Empreendedor reuniram 24.528 participantes nas cidades de Curitiba, Cascavel e Maringá. Ao todo, foram mais de 160 horas de conteúdo, 200 palestras e R$ 28 milhões de intenção de acesso ao crédito e novos negócios gerados nos espaços dedicados da Feira. “Números, histórias, experiências e momentos que só existiram por conta dessa aproximação. Esse ano marcou mais um capítulo de impacto, inovação e aproximação do Sebrae com quem empreende com micro e pequenas empresas no Estado”, afirma o diretor-superintendente do Sebrae/PR, Vitor Tioqueta. Entre os parceiros, participaram do encontro representantes do Fomento Paraná; Prefeitura Municipal de Curitiba; Cresol; Sicredi Empreendedores PR, PagBank; Sesc PR; Senac PR; e Banco do Brasil.
CONSÓRCIO CRESCE COMO OPÇÃO DE INVESTIMENTO
O consórcio vive um dos seus melhores momentos no Brasil. Em tempos de crédito caro e juros elevados, cada vez mais consumidores têm buscado alternativas de planejamento para conquistar bens sem recorrer ao financiamento tradicional. Segundo dados recentes do setor, o primeiro quadrimestre de 2025 já registrou 1,61 milhão de novas cotas vendidas, crescimento de 19,3% em relação ao mesmo período do ano anterior e mais de R$ 141 bilhões movimentados no período. A tendência confirma a força do modelo como ferramenta de construção de patrimônio e compra planejada. Esse avanço se explica pela combinação de previsibilidade, ausência de juros e maior consciência financeira do público. Com parcelas ajustáveis e possibilidades de contemplação por sorteio ou lance, o consórcio se tornou opção real não apenas para quem sonha com imóvel ou veículo, mas também para quem quer organizar investimentos de longo prazo. De acordo com o Banco Central, a carteira de consórcios fechou 2024 com alta de 17,6%, enquanto a inadimplência permanece baixa, apenas 2,35% em dezembro do ano passado, o que reforça a solidez do sistema mesmo em cenário econômico desafiador.
INTENÇÃO DE COMPRA PARA O NATAL CAI
O espírito natalino deste ano vem acompanhado de uma calculadora na mão e muita pesquisa na tela do celular. Um levantamento inédito realizado pela Hibou, instituto especializado em monitoramento e insights de consumo, em parceria com a Score, agencia de Brand & Shopper Experience da Biosphera.ntwk traçou o perfil do Natal 2025 ouvindo 1.433 brasileiros no final de novembro. O cenário é de cautela extrema: a percepção de que o Natal será "melhor que o do ano passado" caiu para 39% (era 42% em 2024), enquanto a parcela que acredita que será "pior" subiu para 14%. Uma outra mudança significativa aparece no clima geral da população: 35% afirmam que pretendem aproveitar o recesso apenas para descansar. Além disso, 27% dos entrevistados dizem sentir que têm menos dinheiro no bolso este ano, uma percepção que tem conexão direta com os cortes na ceia, no lazer e na lista de presentes.
O dado mais alarmante para o varejo é a queda na intenção de presentear. Pela primeira vez em anos recentes, menos da metade da população (49%) afirma categoricamente que vai comprar presentes. A justificativa é dura e direta: 31% não vão comprar porque "não têm dinheiro", 17% estão endividados e 15% querem economizar.
ACP PROPÕE AÇÃO CONTRA TAXAÇÃO DE LUCROS
A Associação Comercial do Paraná (ACP), atuando em defesa dos interesses de seus associados, por meio do Conselheiro Tributário Gabriel de Souza Ramos Borges e do Diretor Jurídico Eduardo Motiejaus Juodis Stremel, ajuizou uma ação coletiva para enfrentar as incertezas geradas pelas mudanças na tributação de lucros e dividendos trazidas pela Lei nº 15.270/2025. Em linguagem simples, a ACP sustenta que, embora a lei preveja uma regra de transição para resultados apurados até 2025, podem surgir interpretações que, na prática, acabem tratando lucros de 2025 como se já estivessem submetidos às regras novas quando a deliberação societária e o pagamento ocorrerem em 2026, algo comum, já que muitas empresas apuram o resultado de um ano e formalizam a distribuição apenas no ano seguinte. Por isso, a ACP pediu uma decisão urgente para garantir que, no caso dos associados, não haja retenção/cobrança de imposto nem inclusão desses valores na chamada "tributação mínima anual" quando se tratar de lucros e dividendos relativos a resultados apurados até 2025, ainda que aprovados ou pagos após 31/12/2025, desde que a empresa siga os ritos societários regulares.
EXPORTAÇÕES DO AGRO ATINGIRAM US$ 13,4 BI EM NOVEMBRO
Novembro trouxe um sinal importante para o agronegócio brasileiro. Mesmo com preços internacionais mais moderados, as exportações do setor atingiram US$ 13,4 bilhões, alta de 6,2% sobre o ano anterior, impulsionadas pelo maior volume embarcado (+6,5%). Os dados, divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) no dia 12, reforçam que o país segue ampliando sua presença global, mas também evidenciam um ponto crítico: sustentar resultados em um cenário de clima instável e pressão crescente de doenças depende de uma eficiência cada vez maior dentro da lavoura. De janeiro a novembro de 2025, o Brasil alcançou US$ 155,25 bilhões em exportações do agro, o maior valor já registrado para o período. A China lidera as compras, com US$ 52,02 bilhões, seguida pela União Europeia (US$ 22,89 bilhões) e pelos Estados Unidos (US$ 10,48 bilhões). Mercados estratégicos como Índia (+11%) e México (+8,5%) ampliaram aquisições, enquanto a abertura comercial dos últimos anos, responsável por 500 novos mercados desde 2023, segundo o MAPA, impulsiona produtos que antes tinham menor participação internacional.
BUSCA POR PASSAGENS RODOVIÁRIAS CRESCE 80% EM DEZEMBRO
A movimentação típica das festas de fim de ano deve, mais uma vez, elevar o ritmo do transporte rodoviário no Brasil. Um levantamento do Buszap, plataforma digital especializada na venda de passagens rodoviárias 100% via WhatsApp, aponta que a procura deve crescer 80% em dezembro. O dado reforça um padrão observado pela plataforma: no ano passado, a alta foi de 60% no mesmo período. Para 2025, a expectativa é manter a curva ascendente e encerrar o ciclo com 20% a mais de crescimento em relação ao ano anterior. Segundo a empresa, dezembro é historicamente o mês mais concorrido para o modal rodoviário, tanto pelas viagens longas quanto pelos deslocamentos regionais que antecedem Natal e Ano-Novo. Além disso, o Buszap identificou que a antecedência de compra durante a alta temporada (novembro e dezembro) cresceu 56%.
CAMPANHA PUBLICITÁRIA MARCA 140 ANOS DA TODESCHINI
A Todeschini, marca que pertence a Selmi, que também produz massas e biscoitos das marcas Renata e Galo, lança a campanha comemorativa pelos 140 anos de história, celebrando seu legado como símbolo da imigração italiana no Brasil e referência na produção de massas. Fundada em 1885 por Giuseppe Todeschini, em Curitiba (PR), a marca nasceu com uma produção artesanal que marcou gerações e evoluiu até se tornar, em 1906, a primeira indústria de massas do Sul do país. Desde 2021, integra a Selmi, que soma 138 anos de atuação, reforçando a força de um portfólio que atravessa séculos sem perder o DNA da tradição culinária ítalo-brasileira.
PRÊMIO DA MEGA DA VIRADA CHEGAR PERTO DE R$ 1 BILHÃO
Um milhão e um bilhão parecem números próximos, afinal só mudam alguns zeros, mas, na prática, estão em universos completamente diferentes. Para ter uma ideia: se trouxermos essa diferença para o tempo, um milhão de segundos dá cerca de 12 dias. Já um bilhão de segundos equivale a quase 32 anos. É essa virada de escala, quase inimaginável no dia a dia, que ajuda a entender o tamanho do prêmio estimado da Mega da Virada 2025, que pode chegar à casa do bilhão de reais. E aí surge a pergunta que todo mundo faz, mesmo sem admitir:
o que, dá para fazer com esse dinheiro? A resposta curta é simples: praticamente tudo. Mas vamos por partes, porque o impacto real desse valor fica mais claro quando a gente transforma números em possibilidades. “Quando falamos de um prêmio que pode chegar perto de R$ 1 bilhão, estamos falando de algo que muda não só a vida de uma pessoa, mas de várias gerações. É um valor que abre possibilidades que vão muito além do consumo. Ele permite escolher como viver, como investir e até como contribuir para transformar a vida de outras pessoas”, afirma Thiago Balieiro, CEO da Sorte Online, plataforma que atua há 22 anos no mercado de intermediação digital de loterias.
NOVAS REGRAS PARA DIÁRIAS EM HOTÉIS
Novas regras da diária de hotel passaram a valer a partir desta segunda-feira, dia 15/12. Com a nova portaria nº 28/2025 do Ministério do Turismo, os procedimentos em hotéis, pousadas, hostels e meios de hospedagem similares em todo o Brasil tornam-se padronizados, estabelecendo novas obrigações que passam a valer imediatamente. As principais mudanças são: a diária passa oficialmente a corresponder a um período de 24 horas, com horários de início e término definidos pelo próprio estabelecimento, desde que informados de forma clara no momento da reserva. Isso impede a cobrança por períodos fracionados sem aviso prévio e elimina distorções comuns no mercado, como hóspedes que entravam no fim da tarde e precisavam sair logo cedo no dia seguinte, pagando por uma diária inteira; além das 24 horas, o hotel deve garantir no mínimo 21 horas efetivas de uso do quarto, já que o tempo destinado à limpeza e higienização, limitado a até três horas, deve estar incluído dentro da diária, sem qualquer custo adicional e a informação sobre os horários de check-in e check-out passa a ser obrigatória de forma explícita, seja no site do hotel, nas plataformas de reserva, no voucher ou no ato da contratação.