
Divulgação / Positivo Casa Inteligente
A popularização dos robôs aspiradores inteligentes reflete um movimento cultural que valoriza o equilíbrio entre trabalho, lazer e bem-estar. Com design cada vez mais sofisticado e recursos tecnológicos avançados, esses dispositivos deixaram de ser uma novidade para se tornarem presença constante nos lares brasileiros. Nesse sentido, a Positivo Casa Inteligente – plataforma da Positivo Tecnologia que oferece soluções baseadas em Internet das Coisas (IoT) – destaca como esses produtos têm ganhado protagonismo na reorganização das rotinas domésticas pautadas pela automação.
Os robôs aspiradores inteligentes contam com diversas tecnologias e recursos que permitem aos usuários distribuírem melhor seu tempo entre tarefas da casa e suas demais atividades. Eles são compatíveis com assistentes virtuais, contam com sensores de mapeamento, podem ser controlados por aplicativos, de forma remota, e agregam praticidade e eficiência ao estilo de vida dos consumidores. Ao delegar tarefas de limpeza para a tecnologia, os usuários ganham tempo, reduzem o esforço físico e tornam o dia a dia mais fluido.
“O avanço da automação doméstica mostra que o consumidor não busca apenas praticidade, mas controle, personalização e mobilidade”, afirma
Rafael Sczcepanik, gerente de produtos da Positivo Casa Inteligente. “O robô aspirador se tornou símbolo dessa mudança de comportamento porque é um produto que trabalha pelo usuário e se adequa ao dia a dia”.
No contexto das casas conectadas e automatizadas, os robôs aspiradores ocupam papel central. Entre os recursos mais valorizados pelos consumidores estão sensores de mapeamento que identificam e traçam o mapa dos ambientes para garantir uma limpeza completa e eficiente. A integração com assistentes virtuais, como Alexa e Google Assistente, permite controle por comandos de voz, além da possibilidade de acesso e programação via aplicativo, como o da Positivo Casa Inteligente, que permite agendar limpezas, acompanhar o status em tempo real e personalizar rotinas conforme o uso de cada ambiente.
Já é possível, por exemplo, que o aparelho inicie automaticamente a limpeza ao detectar que o morador saiu de casa, ou que integre cenários de automação junto a sistemas de iluminação e climatização. Essa combinação reforça o papel dos robôs aspiradores dentro do ecossistema de Internet das Coisas (IoT), e permite que diferentes dispositivos se comuniquem entre si para criar rotinas automatizadas e inteligentes.
“A Positivo Casa Inteligente tem o propósito de tornar a vida das pessoas melhor e mais inteligente com o uso da tecnologia, e segue ampliando o acesso à automação residencial no Brasil de forma democrática. Unimos tecnologia e conectividade para transformar a forma como as pessoas vivem e interagem com seus espaços, oferecendo produtos inteligentes, intuitivos, e com excelente experiência de uso.”
Inovação e integração do atendimento redefinem mercado de saúde
O setor de saúde brasileiro vive um momento de transformação, marcado pela inovação, integração de dados e valorização da medicina preventiva. Nesse cenário, cresce a busca por modelos que unam eficiência, cuidado e sustentabilidade do negócio, um desafio que vai muito além da estrutura hospitalar ou do consultório médico, destacou o médico e executivo
Cassio Zandoná, CEO do
Eco Medical Center, durante o
Fórum de Competitividade do
World Trade Center (WTC) Curitiba, realizado em Curitiba.
Zandoná informou para uma plateia de empresários e executivos que o país tem hoje 52 milhões de pessoas com plano privado de saúde, o equivalente a 25% da população brasileira. Desse total, quase 80% estão em planos corporativos, oferecidos pelas empresas. “As companhias entenderam que saúde é qualidade de vida e também estratégia de retenção de talentos”, afirmou.
Cassio Zandoná defendeu que o modelo tradicional de cuidado, centrado na doença, está dando lugar a um sistema integrado, que utiliza tecnologia e gestão para promover atenção contínua ao paciente, desde a prevenção até o acompanhamento remoto. “O sistema de saúde é, por natureza, desintegrado. O nosso desafio é oferecer um atendimento completo, em que o paciente encontre tudo em um único ecossistema, com comodidade e informação compartilhada entre as especialidades”, explica.
A proposta vem sendo colocada em prática no Eco Medical Center, empreendimento que reúne 45 especialidades médicas e 430 profissionais, conectados por um único prontuário eletrônico. O centro também aposta em soluções digitais, como telemedicina e monitoramento de pacientes, para tornar o cuidado mais ágil e acessível.
Para
Daniella Abreu, presidente do WTC Curitiba, a transformação do setor é impulsionada pela inovação e por uma nova mentalidade sobre o papel da saúde. “O mais importante é enxergar o cuidado antes da doença. A integração das disciplinas e a prevenção são essenciais para garantir mais qualidade de vida e sustentabilidade ao sistema”, afirma.
Com a incorporação de tecnologia e a ampliação de modelos híbridos de atendimento, o mercado de saúde no Brasil se fortalece como um dos mais dinâmicos da economia, avançando rumo a uma nova era de integração, eficiência e bem-estar.
Empresa paranaense de tecnologia mira crescimento de 30%
O ano foi de virada para a
Gateware. A empresa de
tecnologia e
inovação com sede em Curitiba passou por um processo de reorganização interna, redesenhou seus times e metas comerciais, estruturou novas frentes operacionais e, agora, projeta um crescimento de até 30% em 2026. Com presença já consolidada no Sul e Sudeste, a companhia volta seus olhos para o Centro-Oeste, Norte e mercado americano.
Fundada em 2000, a Gateware nasceu a partir da trajetória técnica de seu fundador,
Francisco Ferreira, e ao longo dos últimos 25 anos passou por uma série de transformações. O que começou com foco em desenvolvimento evoluiu para um portfólio mais amplo de serviços em tecnologia, com destaque para alocação de profissionais, gestão estratégica de grandes projetos e soluções digitais. A maturidade do modelo de negócio permitiu à empresa crescer em mercados exigentes e competir em igualdade com grandes
players nacionais e multinacionais.
A expansão tem sido planejada de forma gradual, com reforço no time comercial, recrutamento e estrutura interna. O objetivo, segundo Leandro Calvo, diretor de negócios, é garantir um crescimento consistente. "Toda expansão dentro da Gateware é desenhada com estrutura para que seja realmente sustentável", afirma.
A projeção vem na esteira de um 2025 marcado por transformações internas profundas. "O ano de 2025 foi de reconstrução. Nós mudamos todos os processos da empresa, que passou a operar com novas metas e outras formas de avaliar as metas dos comerciais e do time de recrutamento”, diz Leandro. Segundo ele, mesmo num cenário desafiador, a Gateware conseguiu crescer mais de 20% no período.
Dicas para usar a IA de forma responsável nos investimentos
Na hora de decidir onde e como aplicar o dinheiro, muitas pessoas recorrem à ajuda de ferramentas de inteligência artificial. No entanto, especialistas alertam que depender apenas de prompts prontos de IA como fonte para organizar a vida financeira pode levar a decisões superficiais e até arriscadas, se não houver uma análise personalizada do perfil e objetivos pessoais.
“O acesso a informações sobre investimentos nunca foi tão amplo, mas é justamente aí que mora o perigo, afinal, as respostas prontas não levam em conta aspectos essenciais da vida de cada indivíduo. É importante lembrar que planejamento financeiro é um trabalho humano, que envolve entender quais os sonhos e metas desejam ser alcançados para então definir o melhor caminho a seguir”, explica o consultor financeiro Philippe Enke Mathieu, CEO da GFX - Inteligência Financeira.
Ter esse cuidado é ainda mais importante diante do avanço do mercado de capitais no Brasil, que mostra um número crescente de aplicações. Em agosto desse ano, o volume aplicado por investidores pessoas físicas chegou a R$ 7,9 trilhões, alta de 6,8% na comparação com dezembro de 2024. Os dados são da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercado Financeiro e de Capitais) e referem-se às aplicações de clientes do varejo (tanto tradicional como alta renda) e do private (segmento com clientes que têm mais de R$ 5 milhões investidos).
Portanto, o especialista orienta que a IA pode ser uma aliada ao organizar dados, simular cenários e até apoiar no acompanhamento de carteiras, mas jamais substitui a etapa fundamental de diagnóstico e planejamento. “Sem esse cuidado, o investidor corre o risco de seguir uma recomendação que parece promissora no curto prazo, mas que pode comprometer sua segurança financeira no futuro”, reforça Mathieu.