Bar Beca recebe o livro de ouro das copas
03/04/2024 às 17:49
Dirigentes do Bar BECA, da esquerda para direita: Batista, Rubens e Osvaldo, com os livros  “Grupo ECO – Vibrante e Forte numa Grande Nação”, “O LIVRO DE OURO DAS COPAS” e “Flamenguinho de Santa Felicidade – Futebol, Família e Amizade”.

O Bar BECA recebe mais uma rara obra sobre o futebol: “O LIVRO DE OURO DAS COPAS”, edição limitada, que apresenta “as curiosidades e os momentos históricos do maior espetáculo do esporte mundial.” O lançamento do Livro ocorreu em 30 de julho de 2022 – antes do início da COPA DO MUNDO DO CATAR 2022 - pelo jornalista e autor Lycio Vellozo Ribas: uma verdadeira fonte de consulta às gerações presente e futura. Esse Livro se soma aos já existentes no Bar BECA à disposição dos futebolísticos frequentadores daquele estabelecimento: “Grupo ECO - Vibrante e Forte numa Grande Nação” e “Flamenguinho de Santa Felicidade - Futebol, Família e Amizade”.

A doação do raro exemplar da história das Copas ao Bar BECA pelos futebolísticos José Francisco Cunha e Helio Bampi - dois dos autores do Livro “Flamenguinho de Santa Felicidade - Futebol, Família e Amizade” – foi aos dirigentes do Bar BECA: Batista, Rubens e Osvaldo, os conhecidos irmãos Batista. 

O Livro
Na apresentação do Livro, o jornalista e autor destaca: “O Livro de Ouro das Copas passeia por essas e muitas outras questões ocorridas desde 1930, quando um país sediou a primeira Copa do Mundo: o Uruguai. Sobre épocas em que os jogadores não usavam camisas numeradas, nem havia transmissão por TV,  e as imagens das partidas – registradas em películas de cinema preto e branco – são raríssimas. E cobre desse passado até hoje, quando se pode saber qual jogador ficou mais tempo com a posse de bola, conferir com auxílio da tecnologia acerca de um impedimento polêmico e captar os detalhes de cada partida: tudo em cores e em alta definição.”

O autor 
Lycio Vellozo Ribas é graduado em Publicidade e Jornalismo e um dos editores do Jornal Bem Paraná, profissional especializado em esportes desde 1998, quando acompanhou a Copa da França pelo “Jornal do Estado”, hoje “Bem Paraná”, ele então já dispunha de um precioso material de base. Tinha principiado a sua coleta em 1982, ainda meninote, como consequência da amargura da eliminação do Brasil pela “Azzurra” de Paolo Rossi & Cia.” Fonte: Silvio Lancellotti
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