Jotta moderniza força de vendas do Grupo OCQ
22/03/2023 às 08:49
Renato Rutkowski, Sales Director (JBQ), Claudia Ferraz, CIO (Grupo OCQ), Anna Fortunato, gerente de marketing e estratégia (Grupo OCQ) e JB Queiroz Filho, CEO (JBQ)
O Grupo OCQ, um dos líderes do setor químico na América Latina, está acelerando seu processo de transformação em sistema de vendas digital com a plataforma Oracle B2B Commerce, para as marcas Vetta Química, A&S Technologies e OCQ. A implementação foi realizada pela Jotta, empresa do Grupo JBQ.Global, referência em serviços para a transformação digital na América Latina, com soluções voltadas para implantação, integração, sustentação e suporte em múltiplas plataformas de projetos B2B e B2C, e que traz em seu repertório cases com grandes nomes de diversos segmentos industriais.  

O projeto contou ainda com a colaboração de uma equipe multidisciplinar, composta pelas outras marcas do Grupo JBQ.Global: Adaga, especializada em UX que levou para o projeto o entendimento da persona (entrevista com usuário); e Anggle com foco em QA, que realizou todos os testes necessários para garantir a qualidade da entrega.   
O desafio das marcas era substituir o sistema de gerenciamento manual da multinacional por uma solução capaz de armazenar todas as regras do negócio de forma clara, organizada e rápida, e com possibilidade de atualização sempre que necessário.   

"Foi gratificante ter a confiança de um dos maiores grupos do setor químico da América Latina para viabilizar esse projeto. Temos a certeza de que este é apenas mais um passo na transformação dessa história de parceria e sucesso”, comenta JB Queiroz Filho, CEO do Grupo JBQ.Global.  

De olho na América Latina

Proprietária de uma solução que permite a criação, edição e publicação de vitrines digitais, bem como da distribuição automática, em layout responsivo, e em tempo real nos e-commerces parceiros, a STANDOUT, referência em inteligência em trade marketing digital, registrou um aumento de mais de 15% de marcas que utilizam seus serviços em 2022.

“Apesar de 2022 ter sido um ano desafiador, que contou com uma certa imprevisibilidade no fluxo de investimentos de marketing muito fruto dos eventos políticos, nós conseguimos nos destacar no mercado, trazendo grandes contas para dentro de casa como Coca-Cola, Kimberly Clark, Vedacit, Kellog´s, Ferrero, Groupe SEB, Reckitt, Abbott e Eurofarma entre outras”, afirma Andrea Miranda, cofundadora e CEO da STANDOUT.

Os planos para 2023 são ambiciosos, a martech vai investir para aumentar a sua atuação nos mercados de Casa e Construção e Animais e expandir para a América Latina, começando pelo México e depois expandindo para Colômbia, Chile e Argentina. A empresa busca um crescimento de 25% para 2023.
 
Servidor físico ou na nuvem?

Entre as decisões que empresários precisam tomar para alavancar os negócios e aumentar a segurança de suas informações estratégicas está a escolha de servidores físicos ou baseados em nuvem. Para saber qual dos dois sistemas é melhor para cada tipo de negócio, é preciso entender suas necessidades corporativas, fazer um mapeamento das demandas e avaliar a capacidade de infraestrutura do empreendimento. Essa é a primeira orientação do CEO da Positivo Servers & Solutions, Silvio Ferraz de Campos. “Antes de tudo, é necessário analisar o tipo de aplicação, o formato dos dados e as exigências de adequação à legislação local.”

Para auxiliar as empresas nesse momento de definição, o executivo apresenta as principais características e pontos positivos de cada uma das duas tecnologias, além de dar dicas valiosas sobre como escolher o melhor produto. Entre os pontos a serem considerados estão as facilidades de gerenciamento dos dados, a velocidade de acesso às informações e as possibilidades de atualizações do sistema.

“Os servidores físicos possibilitam o melhor gerenciamento da infraestrutura de TI e a diminuição da latência, por uma questão de geolocalização”, afirma Silvio. “Eles também facilitam o cálculo de TCO (Custo Total de Propriedade), trazendo uma previsibilidade maior dos investimentos em cada equipamento, além de oferecerem maior controle dos dados, uma vez que essas informações ficam dentro da própria empresa. Por outro lado, a depender dos planos da empresa, um fator que pode pesar contra os servidores físicos é que, geralmente, têm capacidade limitada de armazenamento, o que diminui sua escalabilidade.”
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