Quanto os famosos cobram para fazer publicidade no Instagram? Confira lista
04/02/2022 às 20:55
FONTE: FDR

As redes sociais já dominaram o mundo e muitos famosos estão lucrando bem alto com as publicidades realizadas em seus perfis.

Os famosos sempre encontram uma forma de lucrar cada vez mais com a sua imagem e isso não é diferente nas redes sociais.

Com milhões de seguidores, as celebridades usam a influência para fechar contratos generosos e divulgam produtos em suas redes sociais, os chamados publi posts, que na televisão são mais conhecidos como comerciais ou publicidades.

De acordo com Snaq, a atriz Bruna Marquezine cobra cerca de R$150 mil para ter uma marca divulgada para os seus 41,7 milhões de seguidores do Instagram.

O mesmo valor é cobrado pelo influenciador Whindersson Nunes, para que uma marca seja divulgada em seu instagram com 56 milhões de telespectadores.

A influenciadora de beleza, Camila Coelho, cobra R$170 mil para uma marca ser apresentada para os 9,4 milhões que te acompanham na rede social.

Já a cantora Anitta, cobra R$400 mil para as marcas que desejam ser apresentadas para os seus 58,4 milhões de seguidores.

A campeã do Big Brother Brasil 2021, Juliette Freire, cobra R$400 mil para uma marca aparecer em seu stories e para seus 33 milhões de seguidores que acompanham a sua vida após o reality e também sua nova jornada como cantora.

Já a atriz Giovanna Ewbank, cobra R$600 mil para apresentar aos seus 27,5 milhões de seguidores algum produto ou marca.

O ator Caio Castro, cobra R$850 mil para fazer a publicidade de uma marca para os 19,9 milhões de seguidores.

O influenciador, Carlinhos Maia, possui 24,3 milhões de seguidores no Instagram e cobra das marcas 1,5 milhão para fazer publicidade.

O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho, cobra R$1,6 milhão para fazer uma publicidade em seu instagram que conta com 62,9 milhões de seguidores.

Por fim, o jogador do PSG e que é uma inspiração para os adolescentes, Neymar da Silva Santos Júnior, mais conhecido como Neymar Júnior cobra R$2,7 milhões para fazer uma publi no seu instagram com 168 milhões de seguidores.

Criar um post não é dar um alô nas redes sociais

FONTE: PROPMARK
O volume de trabalho das agências cresceu de forma exponencial

São 21 horas de uma sexta-feira. O WhatsApp dá um alerta. É uma mensagem de cliente: “precisamos veicular uma peça na segunda, segue o briefing, e aguardamos a peça no período da manhã”.

Esta é uma situação que ilustra a rotina vivida pelas agências de publicidade nos últimos tempos, no contexto de crescimento das ações digitais e no qual as demandas são feitas para resposta em prazos exíguos, muitas vezes no período da noite, e inclusive nos fins de semana. O digital requer rapidez, o engajamento é maior à noite em algumas redes, e é preciso estar antenado 24 horas por dia. Mas como este cenário se reflete no universo das agências?

No cenário de rápido avanço da mídia digital, principalmente com a pandemia - ela já representa 23,3% de todo o bolo publicitário, de acordo com o Cenp Meios, referente ao primeiro trimestre deste ano, o volume de trabalho das agências também cresceu de forma exponencial. Entregar peças, dar respostas e fazer ajustes em tempo real requer uma agilidade e complexidade de gestão bem superior ao que a publicidade offline demanda, demanda essa que tem se potencializado diante dos curtíssimos prazos requeridos e do escopo estabelecido junto aos clientes.

No ritmo exigido pela internet, poderíamos pressupor que criar um post é uma tarefa que se executa em pouco tempo, à semelhança dos posts pessoais que cada um de nós coloca nas próprias redes sociais. Mas criar, postar e gerenciar um conteúdo não é como dar um alô nas redes sociais, pelo menos não quando se trata de uma marca ou empresa. É um trabalho que requer criação, tratamento, revisão, e também assertividade para transformar o conteúdo em engajamento, que gere resultado, conversão. E isso demanda a ação de um grupo de pessoas, que devem agir não apenas para criar, mas para mensurar o resultado e fazer os ajustes necessários em tempo real, para trocar e atualizar o conteúdo, se necessário. Esta é a característica do digital, seu timing é o agora.

Mas realizar ações em prazos curtíssimos requer mais estrutura do que o estabelecido em geral entre agências e clientes. Podemos fazer essa peça entre a noite de sexta-feira e a manhã de segunda, com todos os requisitos que isso envolve? Podemos ajustar o conteúdo de acordo com o engajamento no período da noite?

Sim, é claro que podemos, mas isto implica manter equipes disponíveis para isso, ter uma estrutura maior do que a que geralmente se estabeleceu para atender o cliente. E isso implica gestão de uma estrutura maior, e que seja adequada, e não excessiva. E também implica custos maiores, que permitam sustentar essa estrutura.

Mostrar o valor por trás do produto é tendência

FONTE: DIÁRIO DO COMÉRCIO
Comunicar o valor que existe por trás do produto que se quer vender. O desafio que antes mesmo da pandemia da Covid-19 já era realidade para as empresas brasileiras e de todo o mundo se intensificou com as mudanças impostas pela crise sanitária e acelerou as tendências do mercado publicitário.

Conforme demonstrou a pesquisa “O valor da publicidade no Brasil”, realizado pela Deloitte, e que também se baseou em dados da Kantar Ibope Media, mais de 80% dos respondentes de um levantamento afirmaram, em abril de 2020, que esperavam que as marcas fizessem propagandas nas quais comunicassem seu valores. Além disso, no mesmo período, 71% dos respondentes gostariam que as marcas não utilizassem a pandemia para a promoção da marca.

Essa relação entre o que o consumidor espera de produtos - e marcas - está diretamente ligada às estratégias de publicidade e propaganda pensadas pelas empresas. Segundo o presidente do Sindicato das Agências de Propaganda de Minas Gerais (Sinapro-MG), André Vidigal Cavalcanti de Lacerda, o mercado de publicidade e propaganda sentiu, em um primeiro momento da pandemia, cortes significativos de verbas, já que as empresas foram surpreendidas de forma abrupta.

Logo depois do período mais acentuado de paralisação, conforme lembra Lacerda, as empresas começaram a entender o que estava acontecendo e, a partir disso, passaram a planejar a comunicação com o cliente em meio ao “novo” cenário. “No mercado de comunicação houve um incremento muito grande em realizar ações digitais, porque as pessoas estavam em casa. Nós vimos, por exemplo, aumento de vendas on-line, de delivery, que tiveram grande repercussão no mercado de propaganda”, aponta o presidente da Sinapro-MG.

 

 
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