Transportadoras automatizam  gestão de frotas

333

Paulo Raymundi, CEO da Gestran: “entender as verdadeiras demandas das empresas e profissionais”

Segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o país, hoje, conta com cerca de 1 milhão de transportadoras, divididas em transportadores autônomos de carga, empresas de transporte rodoviário e cooperativas de transporte, com uma frota que ultrapassa 2 milhões de veículos registrados.

E para que as empresas e autônomos possam ter uma gestão otimizada de serviços, das frotas e da parte fiscal, a tecnologia é uma aliada importante. Mariluci de Lima, diretora da Transportadora Transgobbi, diz que sua empresa faz uso de sistemas de gestão há mais de 20 anos.

Essa parceria foi firmada com a Gestran, empresa especializada em sistemas de gestão para transporte e logística, com sede em Curitiba. A diretora da Transgobbi lembra que, no começo, a ferramenta era desenvolvida em DOS e com uma plataforma bem simples, mas a evolução ao longo dos anos sempre foi fundamental para a satisfação da transportadora.

Hoje em dia, a Gestran oferece uma série de produtos e funcionalidades, fruto da expertise adquirida em muitos anos de mercado, que realmente é uma “mão na roda” para as transportadoras, tornando-se uma referência no mercado nacional com mais de 400 empresas atendidas e 6 mil usuários em suas plataformas.

Em termos de gestão da frota, por exemplo, é possível ter o controle de gasto e consumo de combustível, pneus, manutenção e despesas de uma maneira simplificada e automatizada, a partir de um dashboard de fácil uso pelo cliente.

Paulo Raymundi, CEO da Gestran, diz que todo o tempo de “rodagem” da empresa foi fator fundamental para entender as verdadeiras demandas das empresas e profissionais. Segundo ele, suas soluções atendem variados tipos de profissionais.

“Os produtos da Gestran podem ser utilizados tanto por grandes empresas com grandes frotas, como também por pequenos transportadores que possuam dois ou três caminhões. A nossa flexibilidade é voltada para ajudar esses profissionais que já enfrentam tanto problema no trecho”, ressalta Paulo Raymundi.

Afastamento de gestante do trabalho

advogada Mayse Silveira Régis: “pode  ser exigido o trabalho de forma remota ou demais formas à distância”

Foi publicada na data de 12/05/2021 a Lei 14.151/2021, que garante à gestante o afastamento do trabalho na forma presencial durante o período de pandemia decorrente do Covid-19, sem prejuízo da sua remuneração.

Segundo a advogada Dra. Mayse Silveira Régis,  integrante do escritório Régis, Saldanha e Vieira Advogados,   a  lei dispõe de apenas um artigo a ser interpretado:  Art. 1º Durante a emergência de saúde pública de importância nacional decorrente do novo coronavírus, a empregada gestante deverá permanecer afastada das atividades de trabalho presencial, sem prejuízo de sua remuneração. Parágrafo único. A empregada afastada nos termos do caput deste artigo ficará à disposição para exercer as atividades em seu domicílio, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho a distância.

“Assim, é dever do empregador manter a empregada gestante afastada do trabalho presencial, podendo, todavia, ser exigido o trabalho de forma remota ou demais formas à distância” informa  Dra. Mayse Silveira Régis, do escritório Régis, Saldanha e Vieira Advogados que tem o Dr. João Carlos Régis como titular.

Novo Gerente de Marketing do Pátio Batel

 

Henrique Kuntzler: desafio de evoluir o processo de digitalização, além de trazer mais inovação

O Pátio Batel  acaba de anunciar a chegada do executivo como Gerente de Marketing. Ele possui sólida experiência em Marketing, Comunicação, Gestão de Marcas e Produtos, Eventos, SAC e Jornada do Cliente, Digital & Omnichannel, Marketing de Relacionamento & CRM e Inteligência de Mercado, adquirida ao longo de mais de 15 anos em posições de liderança em grandes empresas de bens de consumo, varejo e de comunicação além de ter empreendido como lojista em grandes shoppings.

 

Com formação em Administração de Empresas pela PUC-SP e MBA em Marketing e Inteligência de Mercado pela Fundação Dom Cabral e Finanças Corporativa pela UNICAMP, o gestor que já atuou em empresas como Natura Cosméticos, Cielo, Santander, BFFC (Bob´s, KFC e Pizza Hut) e Studio Z, chega ao Pátio Batel com o desafio de evoluir o processo de digitalização, além de trazer mais inovação e eficiência para a operação de Marketing do shopping.

Uso de Apps cresce na pandemia

Rudiney Franceschi, CEO da DevMaker: “atender empresas já estabelecidas, porém carentes de soluções tecnológicas”

A Pew Research  identificou uma alta entre 30% e 400% no uso de aplicativos no Brasil nesse tempo de pandemia,  dependendo da região. O tempo mensal de uso subiu 40%, segundo dados da App Annie, enquanto a Digital Turbine apurou que 38% dos brasileiros afirmam instalar aplicativos com frequência.

Diante desse cenário, as empresas tiveram que investir em soluções on-line. E foi atendendo sobretudo esse nicho de mercado – o de empresas que precisaram oferecer a seu público interno e a clientes de serviços digitais – que uma desenvolvedora brasileira contabiliza um salto. Com sede em Curitiba, e completando dez anos de operação em 2021, a DevMaker ultrapassou 100% de crescimento no seu faturamento no primeiro trimestre de 2021 em comparação com o mesmo período de 2020, e vê sua demanda de trabalho aumentar a cada dia, o que tem exigido novos investimentos e ampliação das equipes.

O Rudiney Franceschi, explica que há um ano, quando do início da pandemia, sentiu a retração do mercado. Àquela altura, em torno de 80% do total de clientes era formado por empresas startups. A pandemia pôs freio nesses investimentos e a desenvolvedora identificou potencial em uma nova frente: atender empresas já estabelecidas, porém carentes de soluções tecnológicas para seu público.

Não caia no golpe do “Day Trade”

O “Day Trade” tem sido usado por muita gente como uma forma de ganhar dinheiro de forma rápida, com grandes lucros e uma alternativa de geração de recebimentos em períodos de crise. Mas também é uma operação arriscada, que exige conhecimento e uma boa dose de coragem, porque demanda tolerância a perdas em curtos espaços de tempo.

O Especialista em investimentos, Marcelo Cambria  e coordenador de pós-graduação da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), dá algumas dicas sobre o tema e mostra como não cair em golpes.

“Day trade” é a compra ou a venda de ações no mesmo dia, ou no mesmo pregão. Quer um exemplo? Um investidor compra ações a R$ 10 no início do dia e vende as mesmas ações no final do dia a R$ 10,50. A diferença, então, é um lucro de R$ 0,50 no dia. Pode acontecer também o contrário: o investidor vende ação a R$ 10 cada uma, no início do dia, e recompra antes do final do dia a R$ 9,50. A diferença então é de R$ 0,50.

Muita gente tem se aventurado nesse tipo de operação financeira. Cambria explica o motivo para o aumento do número de day traders : “Desconfie de quem diz que pode ajudar você a ter ganhos de 1, 2, 3% diariamente. Não é possível prometer ganhos nessa magnitude. Não existem ganhos prometidos em renda variável, porque o mercado funciona e é movido por aleatoriedade, informações positivas e negativas, movimentos erráticos… Busque acompanhar e estudar os conceitos e se informar. Se for seguir alguém, que seja um profissional com experiência comprovada, que aponte não só a parte boa e os ganhos, mas também as perdas e situações desfavoráveis”. Cambria diz ainda que deve ser evitada a imagem do day trade como prática ilícita, ilegal ou imoral. “O operador de day trade é muito bem-vindo no mercado, pois ele é responsável em promover liquidez nas operações em um dia, gerando oportunidade de negociação”,enfatiza.