Saúde mental de cães e gatos: você já preocupou com isso?

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Pets cada vez mais são afetados pelo estresse e sintomas como ansiedade, agressividade, automutilação podem ser sintomas graves

A saúde mental cada vez mais tem recebido atenção especial. Prova disso foi o aumento de 98% nas buscas relacionadas à ansiedade e depressão reveladas pelo Google em 2020. Para evitar esse quadro, muito se fala sobre o quanto pets podem ajudar emocionalmente seus donos. Uma pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Animal Waltham Pet Care Science, por exemplo, mostrou que ter um pet pode aumentar a produção da ocitocina, o hormônio do prazer. Mas, e a saúde mental dos animais de estimação, como fica? Ou melhor, podemos falar de saúde mental animal? Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ) não só é possível falar disso como também observou-se que 55% dos cães que moram em apartamentos são acometidos por algum tipo de alteração comportamental, como vocalizações excessivas, comportamentos destrutivos ou depressivos.

Segundo a veterinária da Organnact, empresa que pesquisa e produz suplementação animal, Marina Tiba, a saúde mental dos pets está diretamente relacionada ao comportamento dos tutores e deve ser levada a sério. “Os animais de estimação também são afetados pelo estresse e podem, inclusive, ficar deprimidos. Claro que não devemos igualar a depressão humana à dos pets, mas existe sim um mecanismo de defesa animal que faz com que ele passe a ter comportamentos como ansiedade, agressividade, latidos excessivos, falta de apetite, entre diversos outros, que são facilmente identificáveis e devem ser tratados”, conta ela.

Entre os causadores desses problemas estão a falta de estímulos suficientes, como brinquedos e ambientes preparados para os animais, a falta de passeios regulares, sobrepeso, alimentação inadequada e outros fatores que podem agravar o problema. “Além de observar o animal e o comportamento dele, e leva-lo ao veterinário com frequência, é preciso inserir na rotina dele alguns hábitos simples que podem modificar esse quadro, como, por exemplo, a introdução de uma alimentação mais balanceada”, conta Marina.

Por isso, além de estabelecer uma rotina que inclua passeios e brincadeiras, é preciso estar disponível para fazer com que o animal entenda que o bom comportamento é algo positivo tanto para ele quanto para a família, e uma das formas de fazer isso é oferecer petiscos como forma de recompensa. No entanto, deve-se estar atento à qualidade daquilo que se oferece, afinal, oferecer alimentação inadequada pode agravar o comportamento depressivo. “Hoje é possível encontrar aquilo que chamamos de petiscos funcionais, que podem ser oferecidos diariamente e que oferecem ingredientes como vitaminas, aminoácidos, probióticos, entre outros, que produzem efeitos benéficos à saúde, além de funções nutricionais básicas, é o caso dos Dog Sticks, que temos aqui na Organnact e que podem ser uma boa solução na hora de agradar o pet”, diz ela.

Quem ama, cuida

Quando se trata de pet, cada vez mais esse ditado é uma verdade. Os dados revelados pela Radar Pet 2021, pesquisa realizada pela Comissão de Animais de Companhia (Comac) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal (Sindan) mostrou que 66% dos pais de pet buscaram se informar sobre a saúde de seu animal de estimação durante a pandemia. Além disso, a pesquisa mostrou que o volume de consultas com o médico veterinário durante o período pandêmico também cresceu uma média de 45%, e além de vacinas, o que mais se buscou foram consultas preventivas.

No entanto, muitas vezes, a saúde mental é deixada de lado, pois muitos tutores nem imaginam que alguns comportamentos podem indicar alteração comportamental. “Muitas pessoas acreditam que a apatia, por exemplo, é uma característica do animal, ou ainda, que ele é comilão, por isso o sobrepeso. As pessoas não costumam associar a um transtorno de ansiedade. Por isso, a visita regular ao veterinário é essencial, assim como observar o próprio comportamento com o animal, que somente desenvolve esse tipo de comportamento como consequência do comportamento do seu tutor”, diz a veterinária.

Entre as mudanças na rotina, além da oferta de petiscos funcionais e uma alimentação balanceada, estão passeios regulares, oferta de brinquedos, evitar deixar os animais por muito tempo sozinhos, ambientes limpos, evitar despedidas muito emocionadas, e, sobretudo, atenção. “Mesmo os gatos, que são mais individualistas, precisam de atenção e carinho. Tentar, por exemplo, levar os cachorros para passarem o dia numa creche, interagindo com outros animais também pode ser uma boa opção. Tudo é uma questão de estar atento aos sinais que os pets demonstram e a disposição dos tutores em oferecer um bom ambiente”, finaliza Marina.

Sobre a Organnact

A Organnact é uma empresa que oferece soluções para a saúde animal. Com 30 anos de história, a marca acumula hoje 34 mil pontos de vendas espalhados pelo Brasil comercializando suplementos para cães, gatos, cavalos e outros animais. A empresa, fundada pelo médico veterinário Dr. Antônio Roberto Bacila em 1991, já viu todo seu estoque e fábrica serem devastados por um incêndio em 2004, e ainda assim, conseguiu alcançar projeção nacional oferecendo inovação e prevenção para animais de pequeno e grande porte em geral. Com sede em Curitiba, hoje possui uma sólida rede de distribuidores com 550 consultores de negócios e um time com mais de 110 veterinários e zootecnistas atuando em campo. Internamente, conta com aproximadamente 300 colaboradores e um portfólio com mais de 160 produtos, desenvolvidos em laboratório próprio. Mesmo sem possuir um e-commerce, a empresa vê sua participação crescer 5 vezes mais do que a previsão do segmento. A Organnact vem buscando um reconhecimento de mercado e, em 2021, foi uma das participantes do BBB, além de apostar na apresentadora Angélica e sua Goldendoodle Gringa como embaixadoras da divisão pet e no cantor Mano Walter na divisão de equinos.

Serviço

www.organnact.com.br