Parceria com a Ceasa garante alimento de qualidade na mesa do curitibano

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Foto: Pedro Ribas/SMCS

Vice-prefeito Eduardo Pimentel acompanha a entrega de alimentos para famílias carentes, doados pela Ceasa para a CUFA (Central Única das Favelas). Foto: Pedro Ribas/SMCS

Com o apoio da Prefeitura de Curitiba, a Ceasa do Paraná iniciou no dia 30 de abril a distribuição de 50 toneladas de alimentos de alto valor nutritivo para famílias de comunidades carentes de Curitiba e região. As doações serão repassadas para comunidades da Vila Pantanal, da Caximba e do Cajuru, com o apoio da Central Única das Favelas (Cufa).

À tarde, o vice-prefeito Eduardo Pimentel esteve no Cajuru para acompanhar a distribuição dos alimentos aos moradores da região da Vila Acrópole. Ele representou o prefeito Rafael Greca no evento.

“Uma importante medida do governo estadual que auxiliará o município de Curitiba no atendimento das famílias que passam por este momento tão difícil gerado pela pandemia. São frutas, verduras, ovos, arroz e feijão na mesa dos curitibanos”, afirmou o vice-prefeito.

Foto: Pedro Ribas/SMCS

A ação contou coma parceria do Sindicato dos Permissionários da Ceasa Curitiba (Sindaruc). De acordo com o diretor presidente da Ceasa Paraná, Éder Bublitz, esta foi a maior arrecadação já realizada pela instituição.

“Já fizemos grandes campanhas, mas esse é o nosso recorde de arrecadação. Foram em torno de 60 toneladas de gêneros alimentícios, tanto em hortifrutigranjeiros, que é nosso grande volume e diferencial, como alimentos secos como arroz, feijão, farinha de trigo e café”, disse.

Banco de alimentos
Pela manhã, Pimentel participou com o governador Ratinho Junior no Tatuquara da comemoração de um ano do Banco de Alimentos Comida Boa, da Ceasa Paraná. Com o objetivo de aumentar a segurança alimentar, o projeto doa mensalmente cerca de 640 toneladas de alimentos processados e congelados para 348 famílias e entidades sociais.

“Esse é um projeto do qual a gente tem muito orgulho porque, além da preocupação social, ele também evita o desperdício de alimentos”, afirmou Ratinho Junior.

Apesar de estarem em bom estado para consumo, os alimentos doados por permissionários atacadistas e produtores da Ceasa não têm padrão de comercialização e, por isso, eram descartados. Com o projeto, esses produtos hortifrutigranjeiros passaram a ser selecionados, processados e congelados, para depois serem enviados a famílias necessitadas