Paraná ganha novo parque fabril gerando novos empregos

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A indústria Prati-Donaduzzi deu  início às obras de uma nova planta produtiva, em sua sede em Toledo, no Oeste do Paraná. A construção dessa nova unidade fabril de alta tecnologia está inserida no plano de crescimento da farmacêutica que contempla R$ 650 milhões, anunciado no início deste ano. O montante também abrange a modernização das unidades produtivas atuais, aquisição de novos equipamentos, e altos investimentos em Pesquisa Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

A Prati-Donaduzzi, indústria farmacêutica 100% nacional, é especializada no desenvolvimento e produção de medicamentos. Com sede em Toledo, Oeste do Paraná, produz, aproximadamente 12 bilhões de doses terapêuticas por ano e gera mais de 4,6 mil empregos.

A obra está avançando conforme o cronograma, em estágio de finalização da primeira etapa da terraplanagem. Na sequência iniciam as escavações e a fundação da estrutura. Com 11 mil m² de área, a previsão de conclusão da obra é para o final de 2022.

Conforme explica o diretor presidente da Prati-Donaduzzi, Eder Fernando Maffissoni “nosso crescimento está alicerçado em um plano robusto e ousado que permitirá a milhões de pessoas mais acesso a medicamentos de eficácia e qualidade. Somos grandes e nossos passos de hoje evidenciam o mercado que vamos conquistar no amanhã”.

Conforme explica o diretor presidente da Prati-Donaduzzi, Eder Fernando Maffissoni nosso crescimento está alicerçado em um plano robusto e ousado que permitirá a milhões de pessoas mais acesso a medicamentos de eficácia e qualidade. Somos grandes e nossos passos de hoje evidenciam o mercado que vamos conquistar no amanhã”.A nova unidade possui o conceito horizontal de utilização, o que possibilita melhor otimização dos espaços produtivos. Além da arquitetura moderna e sustentável, a nova planta abrigará equipamentos europeus de alta tecnologia, inovação e performance. Com o pleno funcionamento, a capacidade produtiva da empresa deve atingir 17 bilhões de doses ao ano, um crescimento de 41% da atual. A expansão física da indústria sustentará também o aumento de portfólio de produtos da farmacêutica.

Banco Ourinvest promove coletiva

Welber Barral,  Estrategista de Comércio Exterior do Banco Ourinvest, um dos especialistas presentes à coletiva

No próximo dia 27 de outubro,(terrça-feira)  o Banco Ourinvest promove sua  coletiva à imprensa  quando será discutido o cenário econômico nacional, dólar e comércio exterior por três grandes nomes: Fernanda Consorte, Economista-Chefe do Banco Ourinvest, Welber Barral – Estrategista de Comércio Exterior do Banco Ourinvest, Cristiana Quartaroli – Economista do Banco Ourinvest. A coluna CAPITAL & NEGÓCIO, do jornal Diário Indústria & Comércio, confirmou participação, que começa às 10h30min. Será pelo Microsoft Teams.

Manual Jurídico da Construção Civil

Professor Alfredo de Assis Gonçalves Neto, organizador do livro

Recentemente  ocorreu o lançamento virtual do “Novo Manual Jurídico da Construção Civil e Negócios Afins” publicado pelo Selo Editorial Livros Legais. Considerada como uma importante ferramenta para os empresários da construção civil, a obra foi coordenada pelo professor e advogado Alfredo de Assis Gonçalves Neto e traz artigos sobre vários assuntos relacionados ao dia a dia dos empresários desse segmento. Além do professor Assis, são co-autores: Guilherme Kloss Neto, Nelson Couto de Rezende Junior, Marina Amari, Paulo Sergio Nied, Carol Fedalto, Henrique da Silveira Andreazza, Guilherme Broto Follador, Carlos Eduardo Santos Cardoso Derenne, Gisele Bolonhez Kucek, Isabella Bittencourt Mäder Gonçalves Giublin e Micheli Mayumi Iwasaki. O livro está à venda na Amazon, (com 614 páginas e R$ 119,00) Magazine Luíza e no site www.livroslegais.com.br.

Daju conquista o premio GPTW

A Daju, com 37 anos de atuação,  emprega cerca de 500 colaboradores

A Daju conquistou  o selo GPTW de “Melhores Empresas para trabalhar”. A GPTW (Great Place to Work) é uma consultoria global que apoia organizações a melhorarem seus resultados, por meio de uma cultura de confiança, alto desempenho e inovação e que reconhece as melhores empresas para trabalhar. Para o diretor da Daju, Roger Karsten Lorenz, a conquista deste selo é um grande reconhecimento para toda a equipe. “A missão da Daju é melhorar a vida das pessoas, satisfazendo os nossos clientes, gerando emprego e renda aos nossos colaboradores, e este prêmio mostra que estamos no caminho certo”, afirma. A Daju, com 37 anos,  é a maior loja do Brasil nos departamentos e produtos em que atua   e   emprega cerca de 500 colaboradores divididos entre suas lojas físicas, seu centro administrativo, centro de distribuição, e equipe de vendas do e-commerce.

Universidade paranaense na Agenda da ONU

O conceito de Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) pauta o planejamento da Universidade Positivo (UP) para os próximos anos. Essa preocupação permite não apenas o alinhamento com a Agenda 2030 da ONU, mas também com as melhores práticas empresariais como, por exemplo, as preconizadas pelo Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 e, ainda, políticas sustentáveis como as do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Educar para o Desenvolvimento Sustentável requer o mapeamento de competências e habilidades que exigem a revisão das práticas de ensino, das ações de extensão e da delimitação dos objetos de pesquisa. Essa educação é comprometida com o impacto social, ambiental e econômico da universidade e dos seus egressos”, pontuou o pró-reitor acadêmico da Universidade Positivo, Roberto Di Benedetto, durante realização do evento Educação de Qualidade da Agenda 2030 – ODS4, organizado pelo CNJ. Também participaram do debate, mediado por Ademir Piccoli, a conselheira do CNJ e professora da UP, Maria Tereza Uille Gomes, e o promotor de Justiça e secretário da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU), Carlos Vinicius.

Referência em logística reversa 

Setor do tabaco foi pioneiro na coleta das embalagens vazias de agrotóxicos, antecipando-se à legislação vigente, de 2002. Em 20 anos de programa, 17 milhões de embalagens foram destinadas corretamente.  O tabaco está entre as culturas agrícolas que menos utiliza agrotóxicos de acordo com diversas pesquisas realizadas nos últimos anos. Ainda assim, ao longo das últimas décadas, foi precursor na logística reversa das embalagens vazias de agrotóxicos. momento foram mais de 17 milhões de embalagens recolhidas.

“Os números podem levar à falsa interpretação de que a cadeia produtiva do tabaco utiliza uma carga elevada de agrotóxicos. Mas pesquisas realizadas ao longo da última década têm demonstrado exatamente o oposto: o tabaco está entre as culturas que menos utiliza agrotóxicos e, ao mesmo tempo, um dos setores mais comprometidos na correta destinação dos recipientes tríplice lavados”, avalia o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.