Palavra final

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Diálogo matinal entre Valdir Rossoni e Ricardo Barros sobre a possibilidade de reconsideração que poderia levar a um entendimento e aliança do PP de Cida Borgheti com o PSDB de Beto Richa no Paraná.

Palavra final de Ricardo Barros, ouvida por um desenxabido Rossoni. “Não há nenhuma possibilidade de aliança do PP com o PSDB. Nem na majoritária que colocaria Beto Richa como candidato ao Senado na chapa de Cida Borgheti, nem nas proporcionais. Não vale a pena voltar a esse tipo de conversa.”

Valdir Rossoni era o principal articulador de um acordo dos tucanos com Osmar Dias que inviabilizaria a candidatura de Cida Borgheti. Também tentou segurar Beto Richa no governo e impedir que Cida assumisse.

Ameaça do Beto

Beto Richa afirmou que a posição do PP de não aceitar coligação com o PSDB e a sua candidatura a senador, pode colocar em risco a governabilidade de Cida Borgheti. Ameaça dura, que Richa sustenta ao usar o PSB como exemplo da rebeldia que se instalará caso ele não seja indicado para o Senado pela coligação que hoje apoia o governo.

Fernanda sai do governo

A decisão de Fernanda Richa de deixar o governo de Cida Borgheti corresponde ao fim de qualquer possibilidade aliança entre o PSDB, liderado pelo seu marido, o ex-governador Beto Richa, e o PP de Cida Borgheti. Mas não foi uma decisão intempestiva, pois ela demonstrara o desejo de deixar seu cargo de secretária há meses e só não saiu no final de junho para não agravar a situação de impasse político que o tucanato e o PP viviam antes da ruptura final.

 

Tudo muito bem

Osmar Dias, candidato ao governo pelo PDT, e João Arruda, deputado federal, e Luiz Fernando Delazari, indicado a vice de Osmar, ambos do PMDB, fecharam sobre as principais questões que podiam criar problemas no relacionamento entre as duas forças. O PMDB entra com recursos e estrutura em todo o Estado e continua a reivindicar coligações nas proporcionais. Indica o vice, Luiz Fernando Delazari, e o candidato a senador, Roberto Requião.

Complementares

Observadas as qualitativas, concluíram que Requião e Osmar são complementares e somados tem todas as condições

Candidato ao Senado

Reinhold Stephanes, ex-deputado federal, ex-secretário da Agricultura, várias vezes ministro e cogitado no passado para ser candidato a governador do Paraná, encerrou o seu trabalho de coordenação da elaboração do plano de governo de Ratinho Jr. Em cerca de um ano, dirigiu 400 pessoas em 27 grupos para redigir um plano completo e as principais metas do candidato do PSD. Apoiado em seu vasto currículo, Stephanes deve ser lançado candidato a senador pelo PSD, compondo a chapa majoritária ao lado de Ratinho Jr, o candidato a governador.

Severino , Severino

O presidente do PSB nativo, Severino Araújo, não aceita coligação sem a companhia de Beto Richa e do PSDB. Ele diz que essa é a posição oficial do PSB, confirmada junto à direção nacional do partido. Mas não é a primeira vez que Severino faz declarações “oficiais” que depois são desautorizadas pelo próprio partido, que tem cinco deputados estaduais e três federais no Paraná.

Vem de cima

Bom lembrar que o PSB nacional tem um acordo com o PP que inclui o apoio mútuo em Pernambuco e no Paraná. Para reeleger Paulo Câmara governador, o PSB de lá precisa do apoio do PP. E isso só acontece se o PSB daqui apoiar Cida Borgheti, do PP. Severino surfa na maionese.

Muito antes

Na verdade, Fernanda Richa pretendia sair há mais de um mês. Reconsiderou. Marcou para este momento em que se definem as alianças, são realizadas as convenções e se iniciam as campanhas oficiais. Fernanda deixa a Secretaria da Família e do Bem Estar Social para ajudar as campanhas eleitorais do marido, Beto, e principalmente a do filho Marcelo, que concorre a deputado estadual.

Quem rompeu

Ontem, inicio da noite, Ricardo Barros, na companhia do pai do deputado estadual Evandro Junior, Evandro Oliveira, do PSB, foi ao comitê eleitoral de Beto Richa e deixou claro que não há nenhuma possibilidade de aliança do PP de Cida Borgheti com o PSDB nestas eleições. E que essa posição decorria da atitude do próprio Richa, que há meses vem dizendo que prefere sair ao Senado em candidatura avulsa, sem coligação. Em vista disso, o PP preparou outras alianças, arrumou seu barco de forma a não contar com o PSDB e, principalmente, com Richa na chapa principal.

Quem rompeu 2

Beto Richa reagiu perguntando se Barros pretendia destruir o PSDB. Barros respondeu que quem encaminhara o PSDB para a enrascada em que se encontra foi o próprio PSDB. Lembrou a Richa a opção que o PSDB assumiu ao tentar estabelecer aliança com Ratinho Jr, em entendimentos alinhavados pelo deputado Ademar Traiano. E também com Osmar Dias, do PDT, que recebeu forte assédio do tucanato através do deputado Valdir Rossoni quando este era chefe da Casa Civil. Rossoni, o articulador político do governo, chegou a formular proposta para Osmar Dias, que incluía seu nome como vice na chapa de Osmar. Para facilitar seu projeto, prometia trabalhar para que Richa não deixasse o governo para concorrer ao Senado.

Palocci entrega rastreador

O delator Antonio Palocci entregou à Polícia Federal dois rastreadores que estavam instalados em veículos de uso pessoal. Os equipamentos trazem o registro histórico de percursos utilizados pelo ex-ministro, inclusive locais visitados, como escritórios de advocacia, empresas, residências e restaurantes. Após a perícia da PF, esses registros vão ajudar a corroborar episódios de negociação e entrega de propina narrados por Palocci em sua delação premiada.

Cinco pagamentos

O italiano já contou à Lava Jato que fez ao menos cinco pagamentos a Lula, em dinheiro vivo, para cobrir despesas pessoais do ex-presidente. Palocci também forneceu à PF quatro HDs de computadores da Consultoria Projeto, com e-mails, contratos e agendas. A empresa era usada para repasses ilícitos de grandes empresários ao PT. Os HDs já estão sendo periciados pelos investigadores.

Sempre o PT

A onda de protestos contra o governo de Daniel Ortega já deixou mais de 300 mortos na Nicarágua, incluindo uma estudante de medicina brasileira. Os observadores acham que Ortega está cada vez mais parecido com Somoza, ditador que ajudou a derrubar. Na reunião do Foro de São Paulo, em Cuba, Mônica Valente, que cuida das Relações Internacionais do PT (Gleisi Hoffmann também estava lá) tratou de louvar Ortega e “a resistência às tentativas de desestabilização da Nicarágua”. E, de quebra, elogiou Nicolás Maduro, pela vitória nas eleições da Venezuela. Mônica é casada com Delúbio Soares.

Não engoliu

O jogador Neymar, ao qual os jornais esportivos da Europa continuam distribuindo críticas e gozações, não conseguiu engolir o fato de não ter seu nome incluído na relação dos 10 melhores do ano pela Fifa. Está dominado por uma espécie de “síndrome de perseguição”, achando que “todo mundo está conta ele”. Detalhe: o técnico Tite acaba de renovar seu contrato com a CBF até 2022 na Copa do Quatar e também achava que seria incluído na lista dos melhores do seu bloco. Ficou na esperança.

Romance

Está nas colunas de gossips do showbiz: Lulu Santos, 65 anos, que foi casado por anos com Scarlet Moon e está no júri do The Voice Brasil, está posando para fotos distribuídas pela internet ao lado de seu novo namorado Cleber Teixeira, 26 anos. Na legenda, os dois dizem: “Doa a quem doer”.

Não vai dar

A possibilidade, já aventada por Geraldo Alckmin no passado, de ter o deputado e ex-ministro da Educação Mendonça Filho (DEM-PE) candidato a vice-presidência na sua chapa, é mais do que remota. A prioridade dos Democratas é a reeleição de Rodrigo Maia na presidência da Câmara no ano que vem – e num bloco de 12 partidos é preciso ceder espaços. Há alguma esperança do Blocão (ou Centrão) de ainda tentar convencer Josué Alencar (PR-MG) a aceitar.

Quem decide

Há um lado surpreendente nas alegações de Josué Alencar em não topar ser vice de Geraldo Alckmin na peregrinação ao Planalto. Ele acha que o tucano poderia tentar conversar com sua mãe Marisa, viúva de José Alencar, ex-vice de dois mandatos de Lula, que é contra qualquer candidatura do filho. Quer vê-lo longe da política.

 

Bloco de Paes

O ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, segundo colocado nas pesquisas para o governo fluminense (o primeiro é Romário), está montando sua equipe: da Bahia, virá Mauricio Carvalho, que já trabalhou com João Santana; outro será o economista Marcello Faulhaber, ex-marqueteiro de Marcelo Crivella em 2016; e o marqueteiro oficial da campanha será Mauricio Carvalho, ex Propeg, que já atuou nas campanhas de Alexandre Padilha e Fernando Haddad.

Com Datena

Geraldo Alckmin quer conversar com o apresentador José Luz Datena, que iria disputar o Senado (e rapidamente, caiu fora): nada de candidaturas. quer apresentar dados sobre as melhorias na área da violência em São Paulo e conseguir seu apoio para sua corrida ao Planalto.

Nada de concorrência

Bruna Marquezine não quer mais disputar popularidade com Marina Ruy Barbosa em qualquer evento. Ou seja: onde Bruna vai, ela veta a presença de Marina, com a qual se dá bem na Globo. Fora de lá, acha que lhe rouba os holofotes. Na recente festa em São Paulo em prol das obras do Instituto Neymar, Bruna fez questão de riscar o nome de Marina (e de seu marido Xandy Negrão) da lista de convidados.

Não vai dar

Todos os candidatos à Presidência querem mudar a Constituição. A maioria não sabe que já tramitam na Câmara 1,1 mil propostas de emenda à Carta e no Senado, outras 536. Em outubro, a Constituição completa 30 anos. Para aprovar qualquer emenda é preciso o voto de 308 deputados e 49 senadores. E até agora, nenhum candidato tem esse volume de apoio no Congresso.

No discurso

No novo discurso de Ciro Gomes ele garante que é o único que pode tirar Lula da cadeia, enquadrar juízes e Ministério Público e “restaurar a autoridade do poder político”. Até alguns aliados acham que isso é conversa de ditador. Só que Ciro insiste: “O Brasil não terá paz enquanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estiver preso”. Até Lula dá risada: “É conversa de campanha”.

Jogar parado

Durante muito tempo, analistas políticos acusam Geraldo Alckmin de “jogar parado”. Agora, começam a acreditar nessa posição. No episódio de Aécio Neves jogou parado e acabou sendo presidente do PSDB; foi pressionado por João Doria, jogou parado e o ex-afilhado escorregou na farinata; e jogou parado e acabou acertando, sozinho, com o centrão, ganhando precioso tempo de televisão.

Pressão

O centrão tenta convencer Josué Alencar a aceitar o convite para ser o vice de Geraldo Alckmin. Josué em seu primeiro encontro com Geraldo Alckmin, sentiu que não existe muita coisa em comum, e que ele acabaria sendo apenas um coadjuvante na campanha e até no governo, em caso de Vitória. Só que agora, além do centrão, amigos do setor empresarial acreditam que ele deveria aceitar. Por outro, lado toda sua família é contra. Há quem garanta que a família assumiu uma espécie de fidelidade ao ex-presidente Lula.

Não será vice

Em resposta aos boatos de que Geraldo Alckmin e o centrão iriam convidar Henrique Meirelles para ser vice na chapa, Romero jucá, presidente do MDB disse que não existe está possibilidade. “O MDB sempre esteve preparado para ir sozinho. Tem estrutura, postura, tempo de TV, capilaridade, é o maior partido do Brasil. Agora, é claro que, quanto mais gente, melhor”. E afirma que uma possível aliança somente num segundo turno.

Buscando alianças

Assim como o presidente do MDB, Romero Jucá, o candidato ao Planalto pela sigla, Henrique Meirelles, afirma que não passou por sua cabeça qualquer aliança para ser vice na chapa de Alckmin. E segue confiante. “Temos 70% do partido comprometido com a minha candidatura. E temos bom tempo de televisão, boa presença nacional e, se for necessário, poderemos ir sozinhos sim. Mas acreditamos que poderemos ter alianças”.

Cabelos curtos

O personagem Jesus na novela bíblica da Record não conseguiu bater As aventuras de Poliana, do SBT, permanecendo em terceiro lugar. Na estreia, conseguiu 13 pontos de audiência, com muita gente estranhando Jesus com grande barba e cabelos curtos, interpretado pelo ator Dudu Azevedo. O diretor Edgar Miranda vetou outro ator porque tinha olhos verdes.

“Rótulos”

Os adeptos de Jair Bolsonaro adoram chamá-lo de “Capitão” (o que ele era quando deixou o Exército). No combate, os seguidores de Ciro Gomes referem-se a ele como “coronel” – e o candidato se diverte. Afinal, seria o primeiro “coronel” de esquerda.

Olho em Goiás

Marconi Perillo ainda tem algum poder na campanha de Alckmin, mas está preocupado com sua candidatura ao Senado por Goiás, onde enfrenta o apresentador Jorge Kajuru, que vai bem nas pesquisas. Por outro lado, o candidato de Perillo ao governo, o atual governador José Elinton, tem menos da metade das intenções de votos do senador Ronaldo Caiado, que deve levar.

Coordenador

Agora, entre em cena mais um coordenador da campanha do PT à Presidência: é o ex-presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, muito chegado a Jaques Wagner, que deverá mesmo ser o substituto de Lula nessa empreitada presidencial

Na vice

A ideia de ter Janaina Paschoal como sua vice, nunca foi bem aceita por Jair Bolsonaro. Aceitou a sugestão do partido, mas não se convenceu. Por outro lado, Janaina também não se sentiu muito confortável com esta posição e ficou de pensar e dar uma resposta. Bolsonaro então procurou outro filiado do PSL, para atender o desejo do partido. Trata-se de Marcelo Álvaro Antonio (MG), que se diz preparado para assumir o papel se for preciso. “O Jair realmente me procurou e conversamos muito, porque existe a possibilidade desta solução. A Janaina foi muito clara ao dizer que precisa amadurecer essa questão com sua família e isso abriu a possibilidade”.

 

Encontro

Nesses dias,o ex-ministro Henrique Meirelles foi se encontrar com o senador Roberto Requião que controla o MDB no Paraná e quase sempre na oposição ao comando partidário. Quem coordenou a conversa foi um sobrinho de Requião, o deputado João Arruda: “A gente fala de chamar o Meirelles. Eu chamei o Meirelles aqui porque ele tem credibilidade, seriedade e moderação”. Se bem que não tem votos até agora.

 

Estilo

Noite dessas, num capítulo da novela Segundo Sol, a personagem Karola de Deborah Secco estava comendo à mesa e usava garfo e faca. Só que trabalhava com a lâmina da faca virada para cima, provocando estranheza até mesmo na produção. Quem viu, deixou passar.

 

Com Dirceu

O presidenciável Ciro Gomes está tentando acertar uma visita ao ex-ministro José Dirceu, que goza de período de “liberdade total”. Ciro acha que ele pode ser seu homem forte no meio das hostes petistas que não engolem o candidato. Tanto Ciro quanto Dirceu condicionam, contudo, o encontro a total discrição.

 

Força na Defesa

O governo Michel Temer investiu na Defesa R$ 3,9 bilhões no primeiro semestre. E mais do que aplicou na Saúde R$ 3,8 bilhões. Os militares ainda conseguiram liberar recursos de R$ 1,6 bilhão para construção de corvetas e neste ano, a Pasta viu seus gastos aumentarem em R$ 1,4 bilhão em relação ao ano passado.

 

Apelido

Entre os marqueteiros de diversos candidatos à presidência Geraldo Alckmin ganhou o apelido de “Casas Bahia”. A relação com um dos maiores anunciantes do país corre por conta do tempo que o tucano terá na propaganda eleitoral na TV, agora apoiado pelos partidos do Centrão.

 

Fechado

Marina Silva, candidata da Rede ao Planalto, acaba de fechar o instituto que leva seu nome por dificuldades financeiras. Entre 2012 e 2017, a entidade recebeu perto de R$ 5,5 milhões em doações. Nos últimos tempos, zero. As dificuldades do instituo coincidem com o momento em que Neca Setubal, herdeira do Banco Itaú, se afastou do grupo de Marina. Em 2013, havia doado quase R$ 1 milhão.

 

Carona

O marqueteiro Lula Guimarães está pensando em estampar a publicidade de Geraldo Alckmin com o slogan “Bom para chuchu”, aproveitando o apelido mais conhecido do tucano, “Picolé de chuchu” (inventado pelo humorista José Simão). Alckmin gostou da ideia. Alcança o eleitorado mais velho e pode conquistar parte do mais novo.

 

“Dilma de calças”

Já Marina Silva, em sua primeira transmissão ao vivo pelo Facebook, voltou a criticar a aliança do Centrão com Alckmin e diz que o tucano “já é uma espécie de Dilma de calças”, lembrando as alianças de 2014. Na época, Marina estava no PSB e apoiou Aécio Neves no segundo turno.

 

Com Bolsonaro

O deputado Sérgio Reis (PRB-SP), independente da posição de seu partido apoiar algum candidato ao Planalto, já declarou sua posição. Está ao lado de Jair Bolsonaro. “Ele bota a casa em dia, não é de brincadeira, não vem para fazer política boba e não gosta de falcatrua”. O cantor disse que vai até comprar uma arma em apoio a Bolsonaro. O PRB, à princípio, lançaria Flávio Rocha, herdeiro das lojas Riachuelo, como candidato à Presidência.

 

Sobrevivência

O ex-ministro Ricardo Barros, marido da governadora do Paraná e candidata à reeleição Cida Borhetti, estuda como abrir mão de um partido de sua coligação para fortalecer a candidatura de Osmar Dias (PDT) ao governo paranaense (ele é irmão do presidenciável Álvaro Dias) para fortalecer sua chapa. Se não der, o resultado já é mais que previsível: Ratinho Junior (PSD) vence no primeiro turno.

 

Por recomendação

Por recomendação do presidente Michel Temer, o candidato Henrique Meirelles foi ouvir os conselhos do ex-ministro Delfim Netto e do investidor Naji Nahas. Aos mais chegados, Meirelles confessou não ter ouvido nenhuma novidade.

 

De novo

E voltam a circular rumores sobre a possibilidade do ex-ministro da Justiça e da Defesa e do STF, Nelson Jobim (MDB) virar vice na chapa de Geraldo Alckmin. Detalhe: Jobim não quer, não traria votos e também não sabe porque, vira e mexe, seu nome circula na área político-eleitoral.