De hoje a quinta-feira, vai ficar em cartaz em Curitiba um clássico do cinema nacional, O Homem que Virou Suco.

O tempoi curto de exibição é uma estratégia inédita de lançamento, visando concentrar o público em um determinado período.  O filme, Medalha de Ouro no Festival de Moscou, premiado no Festival de Nevers (França), e no Festival de Huelva (Espanha), volta aos cinemas com cópia restaurada.Realizado por João Batista de Andrade, conta o drama de um poeta nordestino (vivido por José Dumont) confundido com um operário que mata o patrão. A restauração do filme foi realizada pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro,  com o patrocínio da Petrobrás e apoio da Labocine, em projeto incentivado pela Lei Rouanet do Ministério da Cultura. O relançamento de O Homem que Virou Suco marca a estréia da distribuidora Raiz Filmes, braço distribuidor da Raiz Produções, uma das mais antigas produtoras de cinema do Brasil. Depois de Curitiba (onde o filme estreou em plena ditadura), haverá exibição em Porto Alegre, Brasília e  Rio de Janeiro.