Tudo começou com a paixão do professor Dimas de Melo Pimenta pelos relógios.


Para quem gosta de relógios, e não há como deixá-los à margem do nosso dia-a-dia, uma boa sugestão é conhecer, em São Paulo, o Museu do Relógio, que permite uma fascinante viagem pelos modelos criados a partir do século 16. O museu fica na avenida Mofarrej, 840, Vila Leopoldina, telefone (11) 3646-4000, e abre de segunda a sexta-feira, das 9h às 13h e das 14h às 17h, e todo segundo sábado do mês, no mesmo horário.
Tudo começou com a paixão do professor Dimas de Melo Pimenta pelos relógios. Pimenta é o fundador da Dimep, aquela empresa cujo nome ficou famoso por estar estampado em quase todos os relógios-ponto na portaria das empresas e repartições públicas; hoje, a firma evoluiu para os sistemas digitais e produz outros itens, como catracas eletrônicas e sistemas de estacionamento.
O professor adquiriu seus primeiros exemplares em 1950; hoje, o acervo soma cerca de 700 peças. Entre as raridades, recém incorporada à coleção, está uma antiga chatelaine de ouro e pérolas, cravejada de brilhantes. Foi fabricada pela marca suíça Alliez & Berguer, na segunda metade do século XIX. De acordo com antigo recibo, o exemplar pertenceu à segunda imperatriz brasileira, Amélia de Leuchtemberg, esposa de D. Pedro I. Posteriormente, o relógio foi dado de presente a uma família amiga.
A coleção possui outros curiosos modelos, dos mais simples aos mais sofisticados, como relógios de bolso com apenas um ponteiro e um despertador que faz café. O mais antigo é um relógio de bolso alemão do século 16. Há, ainda, os primeiros relógios de ponto, relógio vela, um modelo que funciona com água e até mesmo um que funcionava como cofre.

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