MUDANDO DE NOME?

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Não é de hoje que o Facebook vem tendo uma redução do número de usuários, especialmente os mais jovens. A companhia de Mark Zuckerberg planeja mudar o seu nome corporativo e logo começaram a surgir especulações sobre o novo nome da empresa. Falou-se em simplesmente FB, mas uma cogitação forte é Horizon, que tem a ver com a plataforma de realidade virtual que o Facebook está desenvolvendo.

REFORMULAÇÃO

O objetivo da reformulação da marca seria reposicionar o Facebook como uma empresa metaversa com os aplicativos e serviços como o Facebook, o Instagram e o WhatsApp provavelmente mantendo suas marcas sob um novo guarda-chuva.Algumas publicações americana já definiram até a data do anúncio das mudanças no Facebook: 28 de outubro. O Facebook não comentou as especulações sobre seu futuro.

GASOLINA E O ALUGUEL DE CARROS

A Associação Brasileira de Locadoras de Automóveis (ABLA) aponta que as devoluções de carros alugados a motoristas de aplicativos como Uber e 99 chegou a 30 mil veículos desde junho. A ABLA também informa que as locadoras têm encontrado dificuldades para renovar sua frota diante da falta de disponibilidade de veículos zero quilômetro na pronta entrega. A devolução dos carros de motoristas de aplicativos é por conta do aumento dos preços dos combustíveis.

PERDAS COM AUMENTO

Segundo a Abla, os motoristas de aplicativo alugavam 200 mil veículos das locadoras no início do ano passado. Esse número chegou a cair cerca de 80% no pico da crise, entre abril e maio de 2020, mas se recuperou no fim do ano. As novas perdas vieram depois de junho deste ano, na esteira do aumento no preço da gasolina. Hoje, o segmento aluga cerca de 170 mil veículos das locadoras. Na renovação da frota, o setor deve comprar 380 mil veículos neste ano, um crescimento de 5,56% na comparação com os 360 mil veículos adquiridos em 2020. Em 2019, antes dos efeitos da pandemia, as compras foram de 620 mil.

SUSPENSÃO DE PRODUÇÃO

Diante da suspensão da China em comprar carne bovina brasileira há mais de 45 dias, o Ministério da Agricultura emitiu uma nota, na última terça-feira, onde determina a suspensão da produção para o mercado chinês. O comércio da carne bovina com a China foi interrompido em 4 de setembro pelo Brasil, após o surgimento de dois casos do “mal da vaca louca” em frigoríficos de Minas Gerais e Mato Grosso.

RISCO INSIGNIFICANTE

Mesmo com a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) já tendo declarado que o risco de contaminação do rebanho brasileiro é considerado “insignificante”, a China não interrompeu o embargo à carne brasileira. O governo brasileiro não recebeu nenhuma informação sobre o porquê da demora para o fim do embargo e nem quando haverá a retomada do comércio entre os dois países.

ÁREA TRIPLICADA

O Projeto MapBiomas, que faz estudos sobre a agricultura brasileira, levantou que a área plantada para milho e soja triplicou no Brasil de 1985 a 2020. A expansão aconteceu especialmente no Centro-Oeste. Apenas a área usada para o plantio de soja e milho no Brasil é maior do que o território da Itália, por exemplo. De 1985 a 2020, a área ocupada pela agricultura no Brasil passou de 19 milhões de hectares para 55 milhões. Desse total, 36 milhões de hectares são para o cultivo de soja. A oleaginosa, carro-chefe do agronegócio brasileiro, ocupa 4,3% do território nacional.

ABRACEEL

A Abraceel – Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia – anuncia o jornalista Rodrigo Ferreira como novo presidente executivo a partir de 2022, em substituição a Reginaldo Medeiros, que deixa o cargo em 31 de dezembro de 2021. “O Reginaldo optou por encerrar um ciclo de 11 anos à frente da Abraceel e, em nome do Conselho, posso dizer que ele foi um dos maiores responsáveis pelo destaque que alcançamos. Para dar continuidade à agenda do mercado, estamos recebendo o Rodrigo, que é um nome de muita credibilidade no setor e com quem nossa associação tem uma longa história de parceria”, destaca Ricardo Lisboa, presidente do Conselho de Administração da Abraceel.

HORTALIÇAS

Os preços de frutas e hortaliças seguem em alta nos principais mercados atacadistas, como revela o 10º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado na última terça-feira (19). Tomate e cenoura, por exemplo, apresentaram aumentos consideráveis em setembro nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país, segundo o boletim Prohort, divulgado hoje pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

FRUTAS

Em relação às frutas, no mês passado todas apresentaram aumento das cotações, com exceção da melancia. Menores ofertas em importantes regiões produtoras do país, além da alta dos insumos necessários à produção ajudam a explicar essa performance. A banana, por exemplo, chegou a ficar 11,5% mais cara em Goiânia (GO) – cotada, em média, a R$ 3,78 o quilo. O mamão subiu 56% em Belo Horizonte, para R$ 3,20 o quilo, e o maior salto da laranja também foi na capital mineira (19,79%, para R$ 2,24 o quilo). Por outro lado, a melancia caiu 22,46% no Rio de Janeiro (RJ) e 12,3% em Rio Branco (AC), para R$ 1,83 e R$ 8,77 o quilo, respectivamente.