Médico confirma aprovação de milho transgênico pelo Governo e declara que não há danos à saúde. Será que essa informação é confiável?


A aprovação de duas variedades de milho transgênico pelo CNTBio – Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, reacende a discussão sobre o impacto dessa tecnologia na saúde humana. No Brasil, até agora, forma aprovadas uma variedade da soja (há cinco anos) e essas de milho. O problema é que, apesar do atestado do órgão oficial responsável pela avaliação científica e de segurança alimentar, os pesquisadores, cientistas e ambientalistas não chegaram ainda a um acordo sobre os efeitos desses produtos sobre o ser humano. De acordo com artigo do médico nutrólogo Durval Ribas-Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), publicado no site ZooNews, ocorreram exaustivos testes sobre os efeitos sobre a saúde, inclusive na questão de reações alérgicas, chegando-se à conclusão de que os efeitos, tanto no campo nutricional, como no de toxidez foram idênticos aos do milho natural. Mas sabemos que existem cientistas e ambientalistas que duvidam desses dados. Será que existem elementos modificados, que quebram o equilíbrio ecológico com efeitos colaterais à saúde animal e humana que não foram levados em conta nestes testes? Fica o assunto em aberto. 

Até quando?

A Fazenda Mestiça, em Rio Branco do Ivaí, no Norte do Paraná, ocupada por cerca de mil famílias ligadas ao MST (Movimento dos sem Terra), desde o dia 1º de setembro, é considerada produtiva. Os Sem-Terra expulsaram os funcionários e afirmam que transformarão a propriedade em assentamento, apesar da ordem da Justiça de que eles devolvam a terra aos legítimos donos, informa o G1, site da Globo. De acordo com o funcionário Flávio Ferreira, cerca de 30 homens armados chegaram à propriedade, aprisionaram as nove famílias de funcionários que estavam lá por mais de dez horas, enquanto vistoriavam os bens existentes ali. Das 5 mil cabeças de gado existentes no pasto, 30 foram abatidas na hora (depois dizem que não roubam). 
 

Quem não é o maior…
Depois de amargar décadas de frustrações, por ter perdido a posição de maior produtor de café do Brasil, o Paraná começa uma lenta e difícil retomada na cafeicultura, aplicando tecnologia de ponta e buscando o que há de melhor em qualidade. Uma motivação extra vem do Concurso Qualidade Paraná, promovido pela Câmara Setorial do Café do Estado do Paraná, em parceria com a Seab, Iapar, Emater-PR, Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café, Seção de Café do Ministério da Agricultura e Abic – Associação Brasileira da Indústria do Café. Na semana passada, segundo notícia da Página Rural, o cafeicultor Celso Fernandes, de Porecatu, venceu o Concurso Qualidade Paraná, etapa regional de Londrina, na categoria café natural. Agora ele concorre com produtores de outras regiões do Paraná, com resultado em outubro. O vencedor do Estado se classifica para o concurso nacional. 

*Editor de agronegócios. (comentários e contatos pelo e-mail: spada@induscom.com.br)