LUCRO DOS BANCOS

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Os bancos do Brasil começam a divulgar seus balanços financeiros no segundo trimestre deste ano. O lucro médio dos cinco maiores bancos brasileiros, Bradesco, Itaú/Unibanco, Santander e Banco do Brasil deve crescer cerca de 60% no período. Deve-se levar em conta que a comparação com o mesmo período do ano passado é diferente, pois 2020 foi um ano atípico por causa da pandemia. O lucro total dos cinco bancos no segundo trimestre de 2021 deve ser de R$ 21,5 bilhões. Isto ainda é uma estimativa. O Santander é o primeiro banco a divulgar seus números nesta quarta-feira.

CLIENTES VULNERÁVEIS

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) anuncia que entra em vigor, ainda neste mês, uma normativa do Sistema de Autorregulação Bancária para ajudar os chamados clientes vulneráveis, que podem ser assim considerados pela idade, pelo grau de endividamento ou pela renda. Para estes clientes os bancos vão criar produtos e serviços para atender as necessidades dos consumidores com este perfil.

PREPARO

Para evitar que a identificação dos clientes potencialmente vulneráveis assuma algum tom discriminatório, todo o quadro de colaboradores das instituições financeiras, prestadores de serviços e correspondentes bancários irá passar por treinamentos sobre as novas regras e como elas devem ser usadas para proteger esses consumidores.

PERNAMBUCANAS

Um clichê típico dos anos 70 e 80 dizia que qualquer cidade do Brasil tinha uma praça, uma agência do Banco do Brasil e uma loja das Pernambucanas. Exageros à parte, isto demonstra a penetração que a rede de lojas tinha no sul e sudeste do país. A empresa anuncia que pretende direcionar sua expansão de lojas no Rio de Janeiro e nas regiões norte e nordeste, onde não estava presente ainda.

PRESENÇA FLUMINENSE

As Pernambucanas pretendem ampliar a rede de lojas no Rio de Janeiro de 30 para 60 lojas até o fim de 2022. O avanço ao norte e nordeste já começou. As Pernambucanas chegaram a Salvador (BA) e a Gurupi (TO). Desde janeiro deste ano, as Pernambucanas abriram 16 lojas pelo país. Até o fim do ano, a rede de lojas pretende abrir mais 34 pontos de vendas.

KAVAK

A startup mexicana de compra e venda de veículos seminovos, a Kavak, está desembarcando no Brasil. A empresa já tinha negócios na Argentina. Segundo o presidente da Kavak, Roger Laughlin, o Brasil é importante para a empresa, pois é o terceiro maior mercado mundial de compra e venda de veículos seminovos, vindo atrás da China e dos Estados Unidos. A proposta da Kavak é vender carros seminovos por meio de um atendimento totalmente on-line. Os consumidores também podem negociar pessoalmente em uma das seis lojas da Kavak em São Paulo.

LATAM

Aos poucos as companhias aéreas vão saindo da maior crise de suas histórias com a paralisia mundial de voos pós-Covid-19. A Latam comemora o crescimento da ocupação de seus voos para 81% em junho, contra 79% em junho de 2019, último ano inteiro sem pandemia. Em julho, a ocupação na Latam já chega a 82% do total. A empresa vê o crescimento do número de passageiros graças à evolução da vacinação no país.

RAÇÃO PARA PEIXES

A Capal, cooperativa com sede em Arapoti (PR), está ampliando sua atuação que é forte nos suínos, grãos e leite. A Capal começa a produzir ração para peixe. A Capal conta com 3.300 associados. A cooperativa encerrou 2020 com faturamento bruto de R$ 2,1 bilhões, 39,5% maior que o do ano anterior, e resultado líquido de R$ 113,9 milhões.

COMBUSTÍVEL

Já a Coamo, de Campo Mourão, a maior cooperativa do Brasil, também pretende ampliar sua linha de produtos. A cooperativa faz estudos para produzir etanol de milho para uso como combustível. Após aprovação dos associados, a Coamo pretende colocar a fábrica de etanol em funcionamento no fim deste ano ou no mais tardar, no começo de 2022. Os 29 mil produtores da Coamo, presentes em 71 municípios, são responsáveis por 10 milhões de toneladas de grãos do país, um percentual próximo de 3,6% de toda a produção nacional.

FRIO

A onda de frio que atinge as regiões sul e sudeste, podendo ir até o centro-oeste e sul da Bahia, vai ter um efeito catastrófico nos preços do café, hortaliças e frutas, que devem subir muito. “Culturas como café, milho, cana-de-açúcar, trigo, banana e mandioca podem ser as mais prejudicadas com a chegada dessa frente fria”, aponta nota divulgada nesta segunda-feira pela Faesp (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo).