(Crédito das fotos: Jean Pavão e Hidalgo Gomes)

Luciana Saito Massa, primeira-dama e presidente do Conselho da Superintendência de Ação Solidária do Estado do Paraná ,  Ari Faria Bittencourt, presidente em exercício da Fecomércio e o vice-governador Darci Piana

Foi realizada em Foz do Iguaçu, a 13ª. Edição do Prêmio Mulher Empreendedora, promovido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio), por intermédio da Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Negócios (CMEG). Foram   homenageadas as empreendedoras dos anos 2020 e 2022, somando 44 empresárias indicadas pelas 22 CMEG’s do estado.

Além disso, a Fecomércio fez homenagens especiais indicando outras duas mulheres que contribuem com o desenvolvimento do Estado: a primeira-dama e presidente do Conselho da Superintendência de Ação Solidária do Estado do Paraná, Luciana Saito Massa  e Sueli GulinCalabrese, vice-presidente do Conselho de Administração do Expresso Princesa dos Campos (Grupo Gulin) e diretora de Recursos Humanos da Auto Viação Redentor.  O evento realizado nos dias 17 e 18 de junho, aconteceu no Rafain Palace, em Foz do Iguaçu.

Fizeram uso da palavra, o presidente em exercício do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR, Ari Faria Bittencourt; o vice-governador do estado, Darci Piana; a primeira-dama Luciana Saito Massa que representou todas as homenageadas e Cláudia Regina Colpi, coordenadora estadual da Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Negócios.

Sueli Gulin Calabrese, vice-presidente do Conselho de Administração do Expresso Princesa dos Campos (Grupo Gulin) e diretora de Recursos Humanos da Auto Viação Redentor ao lado de  Ari Bittencourt e Darci Piana.

PREMIADAS ESPECIAIS

A primeira dama, Luciana Saito Massa, que recebeu a homenagem especial, na categoria Ação Social e Voluntariado (2022), preside, de forma voluntária, o Conselho da Superintendência de Ação Solidária do Estado do Paraná.

Filha de mãe japonesa e pai descendente de português, Luciana  é a quarta filha de uma família de cinco irmãos. Com uma infância simples na zona rural, trabalhou na agricultura familiar e foi morar em Curitiba, ainda adolescente para estudar. Em 1998 conheceu o governador Carlos Massa Ratinho Junior quando, ainda jovens, começaram a namorar. Juntos são pais de Alana, Yasmin e Carlos Roberto Massa Neto.

A outra homenagem especial foi para Sueli Gulin Caslabrese, na categoria Desenvolvimento do Comércio (2022).

Filha de uma tradicional família curitibana (Grupo Gulin) ligada aos meios de transporte coletivo, Sueli Gulin Calabrese atualmente é vice-presidente do Conselho do Expresso Princesa dos Campos e diretora de Recursos Humanos  na Auto Viação Redentor. Sua trajetória profissional começou aos 15 anos de idade, passando por diversas outras atividades, como presidências de entidades de classe voltada ao comércio e mais tarde já com o foco de empreendedorismo, dirigiu várias empresas. Formada em Administração, pela Uniandrade e em Direito, pela FAE Centro Universitário hoje cursa duas pós-graduações: Gestão Pública pela Fesp-Pr e Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral e Instituto de Transporte e Logística (ITL).

Justiça brasileira admite penhora de criptomoedas

Amanda Vitória de Oliveira: “as chamadas criptomoedas que a cada dia ganham mais força no mercado de investimento”

“Sem dúvida a maior dificuldade nos processos de execução é a satisfação do crédito dada a dificuldade na busca de bens do devedor. Como meio de desestimular a inadimplência e de efetivar a satisfação dos créditos, alguns juízes já admitem a penhora de criptomoedas como garantia executiva”. O comentário é de Amanda Vitória de Oliveira, Bacharel em Direito pela Fundação de Estudos Superior do Paraná Fesppr em 2022 e atualmente Coordenadora da Controladoria Jurídica do escritório Cleverson Marinho Teixeira Advogados.

Segundo Amanda Oliveira, “com o surgimento das moedas virtuais, as chamadas criptomoedas que a cada dia ganham mais força no mercado de investimento, em especial o Bitcoin que segue sendo a moeda mais valorizada do mundo, há que se observar algumas novidades no âmbito jurídico”.

E prossegue: “é necessário esclarecer alguns conceitos técnicos associados. A criptomoeda é uma moeda virtual que tem sido muito utilizada pela valorização em tempo significativo, permitindo transações em anonimato e segurança contra fraudes.  Nessas transações existem as chamadas corretoras que permitem a transferência do ativo online sem a necessidade de uma intermediação bancária. O meio mais utilizado pelos investidores é através de exchanges.”

De acordo com a especialista,a inovação sobre a perspectiva desse tema é a possibilidade destas corretoras fornecerem informações sobre os ativos e operações realizadas quando determinado pelo juízo da execução. E o atual sistema Sisbajud promete integralizar estas informações em breve. O Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud) em substituição ao Bacenjud é um sistema integrado ao Poder Judiciário brasileiro que permite a integração e troca de informações entre as instituições financeiras por meio do Banco Central. O atual sistema permite acesso a informações como extratos bancários, investimentos e aplicações financeiras. O que nos permite concluir que já tem se cogitado a penhora de criptoativos, onde estas corretoras passarão estar ao alcance do Sisbajud.”

Enfatiza ainda a advogada Amanda Oliveira que “Atualmente os juízes têm deferido os pedidos de penhora de ativos como última alternativa na busca de bens do devedor, respeitando a ordem criteriosa do art. 835 do CPC. Havendo indícios de o Executado ser titular da moeda virtual, o juiz encaminhará oficio as corretoras e à Receita Federal com a requisição de informação e bloqueio. Já há decisões neste sentido”. Mais informações sobre este tema em controladoria@cleversonteixeira.adv.br ou no Whats Business 41 99258-4524