A Justiça de São Paulo determinou, em liminar, a proibição imediata de funcionamento da escola de paraquedismo WOW, no município de Boituva, interior do estado. A decisão vele até que a Justiça tenha acesso ao laudo pericial da morte de um aluno da escola, de 38 anos, que caiu sobre o telhado de uma casa após um salto no último dia 19.Segundo a decisão, a proibição foi motivada por indícios de que os alunos de paraquedismo são liberados para o salto, inclusive sobre áreas urbanas. Caso as escolas não cumpram a decisão, cabe pena de multa diária no valor de R$ 50 mil.

O objetivo da determinação é evitar que pessoas, coisas, objetos e aviões caiam sobre pessoas e cacas e proteger a salubridade dos cidadãos, oferecendo mais segurança a todos.

Em nota, a Confederação Brasileira de Paraquedismo (CBPq) lamenta o que ocorreu com o aluno Andrius Jamaico Pantaleão, presta solidariedade à família e ao clube e se dispõe a auxiliar no que for necessário para coletar informações e analisar as causas do acidente.

Com Ag Brasil