O IPC-S teve variação de 0,49% no período de quatro semanas encerrado no dia 7 de setembro, ante 0,42% em agosto, segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas).

O IPC-S teve variação de 0,49% no período de quatro semanas encerrado no dia 7 de setembro, ante 0,42% em agosto, segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas). Dentre as sete capitais em que o indicador é medido, cinco tiveram aceleração em seus indicadores regionais: Belo Horizonte, Brasília, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

Na cidade de São Paulo, o IPC-S teve alta de 0,64% na quadrissemana de 7 de setembro ante 0,54% nas quatro semanas concluídas no dia 31 de agosto. De acordo com a FGV, os preços dos grupos Habitação e Transporte puxaram o indicador local, com destaque para tarifa de energia residencial e gasolina.

Já no Rio de Janeiro, o IPC-S variou 0,35% ante 0,31% em agosto, pressionado pelos preços de itens dos grupos Alimentação, Vestuário e Habitação. O maior encarecimento foi verificado para banana prata, tomate, condomínio residencial, tarifa de telefone residencial e tarifa de água e esgoto residencial.

O IPC-S é calculado a partir de uma coleta de preços em sete capitais e abrange produtos de uma cesta de consumo para famílias com renda de um a 33 salários mínimos.

Produtos

Os grupos Alimentação e Habitação foram os que pressionaram o índice nas quatro semanas até 7 de setembro. Os destaques no grupo foram os itens Frutas (de -7,86% para -4,31%) e Arroz e Feijão (2,47% para 3,29%).

No grupo Habitação a alta foi de 0,54% (contra 0,46% no período anterior), com as maiores pressões dos itens Tarifa de Eletricidade Residencial (0,28% para 0,58%), Taxa de Água e Esgoto Residencial (de estável para alta de 0,33%) e Gás de Bujão (0,32% para 0,94%).