Grupo Risotolândia recebe selo nacional  de responsabilidade social

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“Selo Resgata” foi concedido pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) à empresas paranaenses

No final de junho foi divulgado o resultado das instituições comtempladas no 3º Ciclo de Concessão do Selo Nacional de Responsabilidade Social pelo Trabalho no Sistema Prisional.  O “Selo Resgata” foi concedido pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) à 21 empresas paranaenses (entre 372 instituições reconhecidas em todo o país) que dão emprego e capacitação profissional a internos e egressos do sistema prisional, gerando meios para que estas pessoas se reestabeleçam financeiramente e reintegrem a sociedade.

E o Grupo Risotolândia, líder no sul do Brasil em refeições coletivas,  está entre as certificadas pelo Depen. “São 117 presos que trabalham nas unidades penitenciárias e 15 na central da empresa, no setor de higienização, aqui na nossa matriz em Araucária”, diz Catiane Zelak Abreu, gerente do Grupo Risotolândia.

Para divulgar nacionalmente as organizações públicas e privadas que apoiam a causa, é que acontece o Ciclo de concessão do “Selo Resgata”. O objetivo da contemplação se estende a promover e incentivar novas adesões e assim ampliar os postos de trabalho para os detentos ou egressos da prisão.

Aos empresários, cabe considerar seu papel social e a importância dessas contratações, visto que, quando uma instituição absorve mão de obra de integrantes do sistema prisional, está influenciando outras empresas a superar preconceitos e mudar paradigmas.

Além de que, ao criar estas oportunidades, reforça-se o caráter não só produtivo, mas educativo do trabalho. A atividade laboral traz de volta a dignidade e resgata a autoestima, ao mesmo tempo em que promove condições de subsistência. A oportunidade ainda possibilita a remição da pena a ser cumprida, já que cada 3 dias de trabalho equivalem a um dia a menos de pena, de acordo com a Lei de Execução Penal.

“A Risotolândia se orgulha de apoiar a iniciativa do Depen, contribuindo para a ressocialização por meio trabalho. Já tivemos a honra de receber importantes prêmios pelo sucesso dos nossos projetos de ressocialização e o “Selo Resgata”. mais uma vez reflete o nosso compromisso e engajamento com as causas sociais”, acrescenta a gerente do Grupo.

EAD gratuito para empresas no Paraná

Lide Paraná oferece curso EAD para que empresas e seus colaboradores possam entender os riscos e formas de se prevenir do contágio da Covid-19

Com o aumento do número de casos, e, ao mesmo tempo, a preocupação dos empresários em manter suas operações e sustentar postos de trabalho, o Lide Paraná, em parceria com o Instituto Mix de Profissões, está oferecendo de forma totalmente gratuita um curso EAD para que empresas e seus colaboradores possam entender os riscos e formas de se prevenir do contágio da Covid-19.

O Lide Paraná também convidou outros parceiros para ampliar o alcance da ação como a OAB-PR, a Fecomércio e o Sebrae-Pr. “Neste momento o objetivo é ampliarmos a informação sobre como podemos proteger nossos colaboradores e suas famílias. Só podemos retomar a economia se contermos o vírus e para tornar isso possível, é necessário responsabilidade e informação. O momento é de união”, destaca a presidente do LIDE, que também coloca o curso à disposição de outras prefeituras e entidades.

“Chegamos a quatro meses de pandemia e vimos que muitos empresários na ânsia de reabrir e retomar a economia negligenciaram medidas de prevenção. Apesar de se bater muito nos cuidados básicos, muitos ainda não adotaram as medidas corretas de precauções, o que ocasionou no aumento de casos e de mortes, infelizmente. E os números do Paraná são alarmantes, precisamos resgatar nossa economia, mas cuidar da saúde dos nossos colaboradores e conter o vírus”, comenta Heloisa Garrett, presidente do LIDE Paraná, que viabilizou a iniciativa e disponibilizou o curso gratuitamente para outras entidades empresariais com o objetivo de ampliar o alcance à informação como utilidade pública para empresários de qualquer segmento e de empresas de qualquer porte, principalmente, aquelas que têm contato com o público possam ter acesso ao conteúdo.

Cartórios na proteção patrimonial de idosos

Campanha nacional Cartório Protege Idosos   visa combater o crescente aumento de violência contra esta população

Além de serem membros do chamado “grupo de risco” durante a pandemia de Covid-19, os idosos também acabam ficando mais suscetíveis a situações de violência, em razão do isolamento social, adotado como principal medida para conter a doença. Tentativas de desmonte e apropriação de seu patrimônio serão agora foco de atenção redobrada dos Cartórios de todo o País, engajados na campanha nacional Cartório Protege Idosos    que visa combater o crescente aumento de violência contra esta população.

Entre os atos que merecerão atenção redobrada por parte dos Cartórios de todo o País estão aqueles relacionados à antecipação de herança; movimentação indevida de contas bancárias; venda de imóveis; tomada ilegal; mau uso ou ocultação de fundos, bens ou ativos; e qualquer outra hipótese relacionada à exploração inapropriada ou ilegal de recursos financeiros e patrimoniais sem o devido consentimento do idoso. Quaisquer indícios de violência que sejam identificados nos atos a serem praticados perante notários e registradores serão comunicados imediatamente ao Conselho Municipal do Idoso, à Defensoria Pública, à Polícia Civil ou ao Ministério Público.

“Cabe aos cartórios de todo o País a função primordial de garantir segurança jurídica aos usuários dos seus serviços, bem como fé pública aos documentos que registram ou emitem à população, de forma que nenhum cidadão, ainda mais aqueles que se encontram fragilizados por estarem em grupo de risco, possam ser prejudicados por atitudes inescrupulosas de parentes ou terceiros que busquem se aproveitar de sua boa fé”, explica Claudio Marçal Freire, presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg/BR).

Cattalini amplia armazenagem em Paranaguá

A capacidade de armazenagem de graneis líquidos no Porto de Paranaguá  da Cattalini Terminais Marítimos foi ampliada em mais de 93 mil m³

A Cattalini Terminais Marítimos ampliou em mais de 93 mil m³ a sua capacidade de armazenagem de graneis líquidos no Porto de Paranaguá. A marca foi alcançada com a construção de 17 novos tanques localizados no novo Centro de Tancagem (CT-4B) da empresa.

O chamado CT-4B conta com modernas plataformas para carregamento de caminhões bi-trem e recebimento de cargas por dutos integrados aos demais Centro de Tancagens. A expansão possui também equipamentos de prevenção e atendimento a emergências, semelhantes aos já instalados nos demais centros de tancagem, cumprindo as mais rigorosas normas de segurança.

Com a expansão, a empresa portuária passa a oferecer aos seus clientes um total de 133 tanques e 610 mil m³ para armazenagem de diversos produtos, distribuídos em quatro Centros de Tancagens alfandegados e entrepostados.

“Essa expansão reflete nossa visão de sempre se antecipar à necessidade de infraestrutura portuária pelo mercado, fortalecendo assim as parcerias estratégicas estabelecidas com nossos clientes. Para atender ao crescimento das operações, contratamos mais colaboradores e preparamos nossa estrutura para atender às demandas, com respeito à segurança e ao meio ambiente, além da conformidade às normas internacionais para o setor.”, considerou o Diretor-Presidente da Cattalini Terminais, José Paulo Fernandes.

A meta da empresa é movimentar 4,4 milhões de toneladas em 2020, um aumento de quase 16% em relação a 2019. O crescimento deverá ocorrer, principalmente, pelo aumento das exportações de óleo vegetal.

Pequenos negócios reagem diante da crise

Após período crítico para manter os negócios em funcionamento, as micro e pequenas empresas paranaenses começaram a apresentar sinais de reação diante dos impactos da pandemia. Um levantamento feito pelo Sebrae, em parceria com a FGV, entre os dias 25 e 30 de junho, apontou que 66% das empresas do estado mudaram a maneira de funcionar e que 22% delas interromperam o funcionamento. Na pesquisa anterior, realizada em abril, a interrupção temporária havia afetado 61% das empresas e apenas 29% tinham realizado adequações para continuar em atividade.

Os dados fazem parte da 5ª.edição da Pesquisa   “O impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios”, que teve a participação de 6.470 Microempreendedores Individuais (MEI), Microempresas e Empresas de Pequeno Porte em todo o país. No Paraná, foram ouvidos 512 empresários. O novo levantamento também apontou uma redução na queda de faturamento das empresas paranaenses. Enquanto em abril a perda média era de 76,9%, em junho a média de diminuição das receitas ficou em 60%. Em todo o país, a variação foi ainda maior. As receitas das empresas brasileiras tinham diminuído, em média, 70% em abril e na pesquisa mais recente o número era de 51%.

“O estancamento na queda de faturamento sinaliza um tímido movimento de recuperação. Mas ainda estamos longe de vencer a crise. E sem o destravamento do dinheiro disponível nos bancos, essa retomada será extremamente lenta ou até fatal para os pequenos negócios, pois a reabertura implica em gastos e não necessariamente em demanda de clientes”, ressalta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.