Golpes de sites de leilões fake  disparam 

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O isolamento social levou  as lojas de veículos e as concessionárias a baixarem as portas. Isso impulsionou  os leilões online como os principais canais de venda. E daí surgiram também os golpes

O volume de golpes de sites de leilões fake  disparou  desde o início da pandemia, quando os leilões online se transformaram no principal canal de venda. Golpistas usam marcas de empresas idôneas e valor bem abaixo do mercado para atrair as vítimas

Atenta à quantidade de golpes a Copart – principal organizadora de leilões extrajudiciais presenciais e online de veículos no Brasil – reforça as dicas para os consumidores não serem lesados.

Adiel Avelar, presidente da Copart no Brasil, observa que a pandemia e o consequente isolamento social levaram o comércio, as lojas de veículos e as concessionárias a baixarem as portas. Esse cenário impulsionou os leilões online como os principais canais de venda. “Antes da pandemia, cerca de 70% das vendas eram feitas pela internet. Agora, esse número ultrapassa os 90%. Já a quantidade de participantes em cada leilão, que era de 7.500 pessoas, passou para mais de 10.000 pessoas”, explica o executivo.

“Acreditamos que, diante da consolidação dos leilões online como um canal de vendas eficiente e com capacidade de ampliar exponencialmente a base de consumidores interessados pelos lotes postos à venda numa plataforma virtual, os fraudadores podem ter identificado esse movimento como uma oportunidade para ludibriar a maior quantidade consumidores e aplicar golpes”, conclui Avelar.

De acordo com a companhia, os interessados devem desconfiar de valor extremamente baixo do veículo. Criminosos costumam hospedar seus sites fora do Brasil. Portanto, confira se o endereço do site tem a terminação “.com.br“. Neste modelo de negócios, não há vendas sem o leilão e é importante ficar atento às fotos de divulgação. Empresas oficiais colocam suas logos e endereço do site oficial nas imagens dos carros. Algumas dicas para não cair em golpes são: Se o valor do veículo for muito abaixo do mercado, desconfie; Observe o link do site, caso a URL termine em “.com/br” ou “.com”, fuja. Os sites verdadeiros são brasileiros e terminam em “.com.br“.

Campanha para ajudar técnicos de saúde

A  campanha de doações visa arrecadar recursos para que os profissionais de saúde possam dormir em hotéis

Está em andamento, em Curitiba, o  “Rooms Against Covid Brasil” que   é um projeto voluntário que aproveita hotéis e apartamentos vazios para acolher aqueles que estão sempre a postos cuidando  de pessoas afetadas pelo Coronavirus.

Assim a  coordenação do projeto acaba de lançar campanha de doações, para sensibilizar a comunidade, empresários, instituições, poder público, entre outros  “para que  enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem tenham, de um lugar para dormir não precisando ir para sua casa”.

A campanha enfatiza  que esses profissionais “estão trabalhando incansavelmente para vencer o coronavírus. Voltar para casa significa colocar suas famílias em risco. A comunidade  pode ajudar a fazer a diferença.Acreditamos no poder da rede de solidariedade”.

Informa ainda a coordenação do projeto que na  medida que  a arrecadação for  entrando  os profissionais vão sendo alocados nos hotéis. O link é  www.kickante.com.br/roomsagainstcovid”

Augusto Michells  gerência da AHK Paraná

Augusto Michells novo gerente da entidade

Desde o início de julho, o cargo de gerência regional Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná) vem sendo  ocupado por Augusto Michells, em fundação da aposentadoria da então gerente Christina Mathias.  O profissional é graduado em Letras Português-Alemão pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e, atualmente, cursa a faculdade de Engenharia Mecatrônica. Antes de assumir o novo cargo na AHK Paraná, Michells atuava como analista de patentes, na Bhering Advogados. “É uma grande mudança na minha vida profissional, e eu espero desempenhar com competência e qualidade as atividades a mim atribuídas”, afirma o novo gerente.


Biogás avança no  mercado de energia

Rafael Lamastra, Presidente da Compagás e vice-presidente do Conselho de Administração da Abegás

O Lide  Talks Paraná da última terça-feira (21), reuniu grandes especialistas e trouxe um assunto recorrente e de extrema importância para o desenvolvimento econômico e sustentável da indústria, o mercado de energia.

“Nesse cenário pragmático da economia o gás natural se encaixa com muita lógica nessa transição. Nós temos abundância e a expectativa é de que o gás ocupe o espaço como principal fonte de energia primária no mundo em um período de 15 anos”, declara Rafael Lamastra, Presidente da Compagás e vice-presidente do Conselho de Administração da Abegás.

Segundo Alessandro Gardemann, Presidente da Abiogás, a desregulamentação que está acontecendo no mercado de gás no Brasil será uma grande oportunidade para a produção do biogás no país e integração dessa malha. “Estamos cercado por gás natural, com produção da Bolívia, Argentina, do pré-sal, Sergipe e Amazonas, mas ainda temos a dificuldade que chegue ao interior do Brasil que é onde o país cresce.”

Para Cassio Silva, diretor de desenvolvimento de negócios da COPEL, o biogás tem um papel estratégico para garantir essa flexibilidade de ser um gerador de desenvolvimento econômico de extrema importância para descentralizar a economia que está mais alocada nas capitais e mais próximas ao litoral. “Nós somos ferrenhos apoiadores de como o biogás pode se desenvolver, além disso, acredito que o Paraná tem potencial para conseguir ser um expoente na geração de energia e aproveitamento de resíduos para o desenvolvimento econômico.”

Onda de protecionismo para o agronegócio

A pandemia do novo coronavírus deve mudar a realidade do comércio mundial de alimentos. Para manter o abastecimento e alimentar suas populações, países estão estudando medidas protecionistas.

O tema foi tratado em webinar promovido pela Amcham Curitiba (Câmera Americana de Comércio), entidade que reúne empresas com o intuito de proporcionar um ambiente favorável de negócio, e mediado por Marcos Leandro Pereira, fundador e CEO da RCA Governança e Sucessão.

Participaram do evento online o coordenador do Centro de Agronegócio da Escola de Economia de São Paulo, na Fundação Getúlio Vargas e ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues e o presidente da Yara Américas e presidente do conselho de administração da Yara Brasil, Lair Hanzen.

Segundo Roberto Rodrigues, alguns países já estão tentando evitar exportar excedentes para que não falte comida internamente. ‘‘Outros, estão estudando mecanismos de taxação ou de dificuldade de importar produtos para não perturbar os produtores nacionais deles, para que esses trabalhem tranquilamente para abastecer suas populações’’, destaca o ex-ministro Roberto Rodrigues.