Em um ano, financiamentos imobiliários mantiveram forte expansão, com alta de 77,9%, totalizando R$ 13,84 bilhões, conforme dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Mesmo em meio a um cenário de juros baixos, que têm servido de tração ao setor a despeito da crise desencadeada pela pandemia do vírus chinês. As informações foram publicadas no site, O Estado de S. Paulo e no site abecip.org.br
Construção de prédios residenciais na zona norte de São Paulo: mercado imobiliário da capital se recupera das perdas da quarentena
No acumulado do ano até novembro, os recursos tomados para compra e construção de imóveis somam R$ 106,51 bilhões, expansão de 52,1% em relação ao mesmo período de 2019. No período, foram financiadas 370,9 mil unidades, resultado 39,3% maior, na mesma base de comparação.
De acordo com a Abecip, somente no mês de novembro foram financiados, nas modalidades de aquisição e construção, 46,2 mil imóveis, alta de 1,5% ante outubro e 59,9% em um ano.
O Itaú Unibanco conseguiu se manter na segunda posição do ranking de financiamentos imobiliários no País, no mês de novembro. O maior banco da América Latina havia desbancado o rival Bradesco do posto em outubro. Na liderança, a Caixa, o banco da habitação, segue isolada dos concorrentes.
Em novembro, o Itaú registrou R$ 2,956 bilhões em financiamentos imobiliários. Na sequência, o Bradesco somou R$ 2,665 bilhões. A Caixa, no topo, emprestou quase o dobro, com R$ 5,543 bilhões.
No acumulado de 2020, porém, a batalha pelo segundo lugar no ranking continua. O dono da posição é o Bradesco, com um volume de R$ 20,736 bilhões. O Itaú permanece na terceira posição, com R$ 19,834 bilhões, enquanto a Caixa, líder, emprestou R$ 46,374 bilhões para a compra e construção .




