Fábrica da Volkswagen trabalha em dois turnos

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Apesar de obter desempenho pouco melhor do que a média do mercado nos últimos meses, a situação da Volkswagen também requer cuidados diante da queda abrupta da produção trazida pela pandemia de coronavírus desde março passado, seja por causa das restrições de operação para obedecer medidas de isolamento social, seja por causa da pesada crise econômica que acompanha a Covid-19.

Pablo Di Si, presidente da companhia na América Latina, ressalta que todas as fábricas do grupo na região (duas na Argentina e quatro no Brasil) já voltaram a operar, mas o ritmo ainda é muito lento. A informação é do jornalista Pedro Kutnei – AB.

Linha de produção T-CROSS
Em São José dos Pinhais: linha de produção do modelo T-Cross 

Das fábricas brasileiras, ele informa que a única que trabalha em dois turnos é São José dos Pinhais (PR), onde é produzido o T-Cross, que vem apresentando bom resultado de vendas, liderando o mercado de SUVs este mês. Nas plantas paulistas, em Taubaté (Up!, Voyage e Gol) e São Bernardo do Campo (Polo, Virtus, Saveiro e o Nivus desde o começo de junho) a operação é de só um turno no regresso após a quarentena, enquanto a unidade de motores em São Carlos opera parcialmente em um turno em algumas áreas e dois em outras (principalmente para atender contratos de exportação).

Com a entrada em produção do Nivus, que começou a ser vendido esta semana e deverá ser distribuído às concessionárias no País até agosto, a expectativa é que a novidade possa aumentar o ritmo na planta Anchieta. “Estamos prontos a atender a demanda pelo carro rapidamente e sem problemas”, afirma Di Si.