Escola não é um lugar físico

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Foto: pixabay.com

Logo que a pandemia chegou, uma das primeiras ações do governo foi de fechar as escolas como uma forma de prevenir o contágio do coronavírus. De uma forma repentina toda comunidade escolar se sentiu à deriva pois não se sabia como tudo ia funcionar. E a dúvida que pairava era: “estando fechadas, como os alunos vão aprender?”

Escolas são pessoas, não prédios. Pode-se aprender em qualquer lugar, mas numa cultura educacional vivida há séculos, como pensar em aprender sem estar na escola?

Para que a missão educacional se cumprisse, foi necessário trazer à tona uma educação híbrida inclusiva. E assim, as escolas começaram a criar um ecossistema virtuoso, no qual tecnologia e inovação trabalharam juntas. Não foi nada fácil! Apesar de outros setores da sociedade terem aderido bem à tecnologia, a escola permanecia resistente, pelo menos a grande maioria delas. Nesse sentido, coube aos professores uma tarefa difícil de transferir a sala de aula para uma conversa virtual. Com esse ensino híbrido entendeu-se que, apesar das dificuldades do uso da tecnologia, é possível garantir uma aprendizagem efetiva.

Esse cenário nos convida a repensar a educação de uma forma inteligente. O tsunami dessa crise pandêmica trouxe muitos benefícios para educação, pois o caminho que está se abrindo é de novas oportunidades para todos. Cabe agora à escola se abrir de fato à tecnologia e ao ensino híbrido que garantiu o sucesso nesse período de pandemia.

Professora Lilian Luitz
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Prof. Dr. Adelar Hengemühle
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