Mais de cem empresários de tecnologia de Maringá e região conheceram o projeto “Excelência de desempenho na gestão dos arranjos produtivos de tecnologia da informação e comunicação do Paraná”


Mais de cem empresários de tecnologia de Maringá e região conheceram o projeto “Excelência de desempenho na gestão dos arranjos produtivos de tecnologia da informação e comunicação do Paraná”, uma iniciativa do Movimento Paraná Competitivo através da Assespro-Paraná (Associação das Empresas Brasileira de Tecnologia da Informação, Software e Internet) e IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade).
Foram selecionadas vinte empresas da APL de Software de Maringá, pólo que integra 97 empresas. O projeto é dividido em três ciclos, sendo o primeiro de capacitação para a excelência de gestão, o segundo de excelência tecnológica e o outro de excelência em mercado.
Mauro Sorgenfrei, vice-presidente da Assespro-Paraná e responsável pela governança do APL de Software de Curitiba, disse na abertura do workshop que “a participação e mobilização do empresariado local tornou possível que a primeira sub-seção da Associação recebesse o lançamento do projeto”. O secretário de Planejamento, Enio Verri, lembrou que o “APL de Software de Maringá foi lançado há pouco mais de seis meses e tem empresas que estão produzindo programas de computador que são vendidos em todo o país e já existem estudos para que esses softwares sejam exportados”.
Os APLs estão sendo apoiados pela Assespro-Paraná que entende que a união de todos pode tornar o sucesso das iniciativas mais ágeis. “A Assespro tem representatividade nacional, o que destaca as ações conjuntas”, garante Luís Mário Luchetta, presidente da entidade no Paraná e membro da Diretoria Nacional.
Para Osvaldo Frare, do comitê gestor do APL de Software de Maringá e presidente do Núcleo de Excelência (Nexti), as “empresas adotam modelos de gestão ultrapassados e este projeto capacitará estas primeira vinte para lançar produtos no mercado com melhor propriedade, enxergando a empresa como um todo, porque, atualmente, não se pode ser competitivo se não tiver qualidade”.