Crise “braba” no esporte

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A profissão de árbitro de futebol não é regulamentada no País, mas muitos brasileiros dependem só desse trabalho para sobreviver

Em rede social, ex-árbitro Valdir Bicudo publica texto sobre o momento.
Vivenciamos dias de profunda angústia, de total incerteza quanto ao segundo, minuto, a hora e ao dia seguinte, em função do vírus assassino, o Coronavirus. Mas é a realidade vigente em todo o Brasil, e, por extensão, em todo o planeta. No que tange a confraria do apito brasileiro, mesmo com o cenário em tela, a ANAF – Associação Nacional de Árbitros de Futebol, vem atuando em diversas frentes, buscando mecanismos para auxiliar e atender gradativamente as demandas dos seus associados (apitos e bandeiras). É um trabalho silencioso, que exige muita perspicácia, e está sendo conduzido pelo presidente da entidade, Salmo Valentim e seus pares de diretoria.
PS: agindo com lealdade perante a sua categoria, Salmo Valentim tem enfatizado a sensibilidade do presidente da CBF, Dr. Rogério Caboclo, que tem atendido as solicitações dos homens de preto do nosso futebol.