Advogado Luiz Gustavo Salomão Ballan: “Não há mais espaço para aquele síndico que pensa apenas em pagar as contas e manter dinheiro em caixa”.

O aumento significativo de condomínios residenciais nos últimos anos, especialmente aqueles repletos de áreas de lazer, tem exigido grande capacidade de gestão por parte dos síndicos. E isso tem impulsionado o mercado dos síndicos ditos profissionais, bem como alimentado o interesse dos próprios moradores na administração do condomínio.

O advogado Luiz Gustavo Salomão Ballan, sócio do escritório de advocacia Ballan, Fonseca e Mialski, especializado em assessoria condominial, em entrevista para a coluna CAPITAL & NEGÓCIO, comenta o tema e aponta que os moradores demandam gestões cada vez mais eficientes e especializadas.

“Gestão condominial precisa produzir resultados positivos para o condomínio. Não há mais espaço para aquele síndico que pensa apenas em pagar as contas e manter dinheiro em caixa. O síndico tem que ir além e pensar em ações que valorizarem o patrimônio condominial, que valorizem o imóvel de cada um, e, principalmente, que valorizem o bem-estar dos próprios moradores,” salienta o advogado Luiz Ballan.

Ele cita como exemplo a implementação de minimercados em condomínio. “É uma atitude que valoriza o bem-estar e se encaixou perfeitamente em tempos de pandemia, beneficiando o dia a dia do morador, além de gerar receita para o condomínio”, enfatiza.

Com uma experiência de 12 anos na advocacia condominial, o advogado  faz a seguinte recomendação para aqueles que atuam no mercado de gestão condominial, e também para aqueles que pretendem ingressar: “Você tem que estar preparado para uma gestão de resultados. Conheça bem o condomínio, implemente novas tecnologias e soluções, conte com bons funcionários, esteja bem assessorado juridicamente pra tomar decisões adequadas, esteja atento às normas de manutenção, conheça a convenção e regimento do condomínio, enfim, se prepare para gerir uma grande empresa.”

Mais adiante  acrescenta que “Não tem mais lugar para síndico quebra-galho, aquele que assume o condomínio apenas para preencher o cargo. Hoje o síndico tem que estar preparado e capacitado para produzir resultados positivos.”

Ao finalizar, o advogado Luiz  Ballan faz o seguinte comentário: “ Você que é morador, fique de olho na forma que é gerido seu patrimônio e se envolva na gestão, afinal você é sócio dessa empresa chamada condomínio. E você síndico, tem contribuído para produzir resultados positivos?”

Eduardo André Cosentino  reeleito no  CoreconPR

Eduardo André Cosentino e Celso Machado

O economista Eduardo André Cosentino foi reconduzido ao cargo de presidente do Conselho Regional de Economia do Paraná (CoreconPR), durante a 1ª Reunião Extraordinária deste ano e que terá como vice-presidente o economista Celso Machado. Ambos comandaram a entidade em 2021.  Já os novos Conselheiros efetivos são: com mandato para 2022 a 2024,  Sérgio Lopes, José Augusto Soavinsky, Solídia Elizabeth do Santos e Juarez Trevisan. E os Conselheiros Suplentes: Itaiana Patrícia de Souza, Cristiano Augusto Morrissy, Kalil Karam Netto e Eduardo Bach Anelli.

Paraná lidera no e-commerce

Alejandro Vázquez : “Em 2021, ter uma loja online deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma condição fundamental para as PMEs.”

O e-commerce brasileiro fechou o ano de 2021 com resultados positivos, mesmo com a retomada do comércio físico e o cenário econômico mais desafiador, repetindo o movimento iniciado no ano passado. Em 2021, as pequenas e médias empresas do Paraná faturaram mais de R110,1 milhões com as vendas online, valor 71% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (R$64,4 milhões).

Em todo o Brasil, as PMEs faturaram R$2,3 bilhões com o e-commerce, o que representa um crescimento de 77% em comparação com 2020. Os dados são do estudo NuvemCommerce (www.materiais.nuvemshop.com.br)  , análise especializada anual do e-commerce brasileiro realizada pela Nuvemshop, plataforma de e-commerce líder na América Latina com mais de 90 mil lojas virtuais na região, em sua maioria de pequenos e médios empreendedores.

“O ano passado apresentou desafios para toda a economia, especialmente para os pequenos e médios negócios. O comércio enfrentou um período de incertezas sobre a maneira de operação e, por isso, a combinação dos meios físico e virtual esteve relevante como nunca. Se, de um lado, houve desafios no cenário econômico, com alta da inflação e dificuldade de crescimento do país; de outro, pequenas e médias empresas conseguiram expandir seus negócios no digital. Em 2021, ter uma loja online deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma condição fundamental para as PMEs. Saímos de 2020, um ano marcado pela intensa transformação digital, e chegamos em 2021, época de consolidar a presença no mundo online”, explica Alejandro Vázquez, CCO e cofundador da Nuvemshop.