Apolar Imóveis, que mantém há 15 anos, o chamado “Momento Cívico”, em programação mensal e com a participação dos seus colaboradores

    Diante de um contexto difícil que obriga as empresas focarem as energias quase que totalmente em busca de resultados, organizações se sobressaem na busca de valores que possam ser agregados ao dia a dia.
    O amor à pátria, com exceção do hasteamento da Bandeira Nacional e o cântico do Hino Nacional em eventos e momentos especiais das organizações empresariais, são valores pouco cultivados no ambiente de trabalho. Na semana da pátria, que comemora o dia da Independência do Brasil, 7 de setembro, algumas empresas até lembram e produzem algum evento relacionando ao civismo.
    A Lei Federal nº5.700, de 01/09/1971, que dispõe sobre a forma e a apresentação dos Símbolos Nacionais, em seu artigo 39 consigna expressamente que “É obrigatório o ensino do desenho e do significado da Bandeira Nacional, bem como do canto e da interpretação da letra do Hino Nacional em todos os estabelecimentos de ensino, públicos ou particulares, do primeiro e segundo graus”.
    Apesar da existência da determinação legal, o quê se vê e se sabe é que o descumprimento dos termos da mencionada lei é quase total. Exceção a esta regra surgiu na Apolar Imóveis, que mantém há 15 anos, o chamado “Momento Cívico”, em programação mensal e com a participação dos seus colaboradores.  O programa tem mensalmente, um grupo da empresa é encarregado da organização e desenvolvimento de um tema para ser apresentado, debatido e refletido por todos no sentido de despertar a consciência patriótica para o exercício e defesa da cidadania, seguido de desfraldação da bandeira e hino nacional.