Foto: Wilson Dias | Agência Brasil

Nesta terça-feira, 28, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia enviou para a Procuradoria-Geral da República (PGR) nova queixa-crime contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso do suposto esquema de favorecimento ilícito no Ministério da Educação (MEC).

Desta vez, a magistrada acionou a PGR para que o órgão se manifeste sobre pedido de investigação feito pelo deputado Israel Batista (PSB-DF). Na segunda-feira, 27, solicitação semelhante foi feita pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

“Considerando os termos do relato apresentado e a gravidade do quadro narrado, manifeste-se a Procuradoria-Geral da República”, escreveu a ministra.

Segundo o deputado Israel Batista, autor do pedido de investigação contra Bolsonaro, existem indícios de “interferência ilícita” do presidente nas investigações conduzidas pela PF, que apuram corrupção e tráfico de influência na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) às prefeituras.

Com o envio, a PGR deve se manifestar sobre a existência de indícios para uma investigação incluindo o presidente da República.

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