Enquanto alguns call centers adotam a estratégia de oferecer equipes cada vez maiores, um outro perfil de call center, com equipes mais enxutas, vem conquistando espaço em um mercado

Enquanto alguns call centers adotam a estratégia de oferecer equipes cada vez maiores, um outro perfil de call center, com equipes mais enxutas, vem conquistando espaço em um mercado em pleno desenvolvimento no Brasil.
Com 80 posições de atendimento (PAs) e cerca de 100 profissionais, a Turzi Marketing, empresa especializada em marketing de relacionamento por meio de contact center, é um exemplo de sucesso desta proposta diferenciada.
"Oferecemos uma estrutura compacta e altamente eficaz, o que permite, entre outras coisas, que o gerenciamento das operações seja mais efetivo, garantindo qualidade e resultado. Nossa meta é chegar a 200 PAs, no máximo", explica Mauro Turzi, diretor geral da companhia.
A Turzi, que este ano completou 10 anos, espera crescer cerca de 50% em 2007. "No primeiro semestre deste ano dobramos nossa infra-estrutura física e nossa capacidade de atendimento, investimos em tecnologia e superamos nossa meta de crescimento, que era de 20%. Isto nos mostra que nossa estratégia está obtendo sucesso", afirma Turzi.
Para o diretor, em grandes contact centers, na maioria das vezes, o cliente passa a ser apenas um número e o relacionamento é mais frio, inflexível e burocrático, o que vai contra a missão deste tipo serviço. "Este é o principal motivo pelo qual as taxas de satisfação com os serviços de contact centers venham caindo no Brasil", completa.
Uma das vantagens dos pequenos call centers é a menor rotatividade de colaboradores, que em grandes estruturas chega a ser de 10% ao mês.