“Cadastro Positivo” é tema de debate em evento digital

427
Hilgo Gonçalves, presidente da Acrefi: “Prevemos que haverá crescimento futuro desse indicador”

Em decorrência do momento desafiador, a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e Serasa Experian realizam, na próxima segunda-feira (25/05), um evento digital sobre o “Cadastro Positivo”.

Junto com as medidas recomendadas por autoridades de saúde pública – também se faz necessário pensar em soluções que possam agregar no momento atual e na continuidade dos negócios. O evento começa às 15h e para participar basta fazer sua inscrição aqui: https://acrefi.zoom.us/webinar/register/WN_sUCiwE9mSteWranpe3t_YQ

Participarão do evento Otávio Damaso, Diretor de Regulação do Banco Central do Brasil, Hilgo Gonçalves, Presidente da Acrefi, Isaac Sidney, Presidente da Febraban, Elias Sfeir, Presidente Executivo-ANBC, Joaquim Kavakama, Superintendente Geral da CIP, Leila Martins, Chief Data Officer (CDO) da Serasa Experian, Fernando Galbiatti, Diretor de Credit Services da Serasa Experian e mediação de Cleber Martins, Consultor de Operações/Comissões Técnicas da Acrefi.

De acordo com o presidente da Acrefi, Hilgo Gonçalves, o cadastro positivo é benéfico para todos os envolvidos, principalmente neste momento – uma vez que considera o histórico positivo de crédito.

“Analisando a experiência dos países que adotaram o cadastro positivo há mais tempo notou-se uma inclusão maior da população desbancarizada, uma redução da inadimplência e das taxas de juros, aumento da taxa da aprovação e, consequentemente, uma expansão da relação crédito/PIB. Prevemos que haverá crescimento futuro desse indicador: em países como o Chile, por exemplo, que implementaram o Cadastro Positivo, essa relação é superior a 100% – e no Brasil estamos abaixo de 50%. A expansão do crédito, de forma consciente, colabora para o crescimento da economia no Brasil”.

Por fim, Hilgo ressalta que informações do histórico de crédito facilitam a análise mais precisa possibilitando que o crédito  atinja sua finalidade. “Estima-se a inclusão de mais de 20 milhões de cidadãos e também que os Micros, Pequenos e Médios Empresários – grandes geradores de emprego – serão diretamente beneficiados com o Cadastro Positivo”, finaliza.

Defesa cibernética  em  setores da sociedade

Sandro Süffert, CEO da Apura Cybersecurity Intelligence, em recente debate virtual

Empresas e poder público no Brasil têm intensificado esforços e investimentos em busca de proteção e segurança na internet. O tema, além de requerer política pública específica, precisa envolver outros setores da sociedade também. Essa é a avaliação de especialistas que participaram no início da semana do debate virtual “Defesa Cibernética”, promovido pelo Instituto de Estudos Jurídicos Aplicados (Ieja).

O encontro contou com as contribuições do fundador e CEO da Apura Cybersecurity Intelligence, Sandro Süffert, empresa brasileira que é referência mundial na área; do general Guido Amin, comandante de Defesa Cibernética (do Ministério da Defesa); do professor César Marcondes, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), e do senador por Santa Catarina Esperidião Amin. O consultor legislativo do Senado e diretor do Instituto de Estudos Jurídicos Aplicados (Ieja), Tarcísio Dal Maso, foi o mediador.

Para Sandro Süffert, faz-se necessário entendimento geral de que a segurança cibernética não é uma atividade fim, mas sim área meio de qualquer tipo de atividade. É, pois, um tema transversal, “que deve ser preocupação de todas as áreas da sociedade”, conforme assinalou o especialista.

Nesse sentido, além do desenvolvimento de sistemas feitos por empresas brasileiras, tem sido importante também a atuação da academia brasileira. “Os estudos, os sistemas feitos por universidades brasileiras têm sido fundamentais”, frisou o CEO da Apura.

Agronegócio bate recorde no Paraná

Ágide Meneguette, presidente da Faep: “”a tendência é de que a demanda do agronegócio no Paraná cresça cada vez mais”

O agronegócio é um dos principais setores econômicos do Paraná, no primeiro trimestre de 2020, o Estado ampliou em 2,25% o volume de vendas externas de produtos agropecuários, chegando a 5,3 milhões de toneladas, com um aumento representativo de 8,1% na exportação de carnes. Com isso a receita da ordem aumentou em 14,7%.

O tema foi abordado pelo Engenheiro agrônomo e presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ágide Meneguette, que  participou recentemente do Lide Paraná Talks,  quando falou  sobre a força do agronegócio na retomada da economia paranaense.

Segundo o presidente da Faep, “a tendência é de que a demanda do agronegócio no Paraná cresça cada vez mais, mesmo em meio a pandemia o que torna cada vez mais esse setor um dos mais importantes para a retomada econômica do Estado”.

A presidente do LIDE Paraná, Heloisa Garrett, colocou a entidade a disposição para tratar sobre os assuntos relacionados ao agronegócio, reconhecendo este como um dos setores essenciais para a retomada econômica paranaense. “Sem dúvida o agro gera uma cadeia de valor, a riqueza gerada volta para a comunidade, aquece o comércio local, os serviços da região. Acredito muito que este será um dos pilares para a retomada da economia do nosso estado” salientou. O  Lide  Paraná Talks, é uma série de eventos online que a entidade vem promovendo com o objetivo de trazer uma pauta positiva para a retomada da economia do Estado.

Curitiba entre as sete no ranking da ICCA

Curitiba ocupa a sétima colocação entre as cidades brasileiras com maior número de congressos e eventos internacionais de acordo com o ranking da International Congress and Convention Association (ICCA). Segundo o levantamento, referente ao ano de 2019, a capital paranaense (que ocupava a oitava posição na pesquisa anterior) ficou à frente de Florianópolis (SC), Belo Horizonte (MG) e Campinas (SP) no período. O top 3 do Brasil é composto por São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Foz do Iguaçu (PR), respectivamente.

“Curitiba tem potencial de melhorar ainda mais no ranking da ICCA. Estamos trabalhando para termos uma condição privilegiada pós pandemia e  podermos estar à frente da concorrência na captação de mais eventos”, fala Paulo Iglesias, presidente do Curitiba e Região Convention & Visitors Bureau (CCVB).

É importante destacar que a ICCA determina algumas regras para a composição do ranking, entre elas serem eventos técnico-científicos, registrarem presença mínima de 50 participantes, estarem ao menos em sua terceira edição e serem realizados em países distintos. Por sua importância e credibilidade à nível mundial, uma boa classificação no levantamento resulta em uma valorização espontânea do destino, gerando novas prospecções e ampliando o potencial turístico dos locais em destaque.