Brasileiras já podem usar lingerie de Miami

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A norte-americana On Gossamer, que atende Lea Michele (a Rachel de Glee), entre outras atrizes, e também modelos internacionais, chega ao Brasil pela primeira vez e já está disponível nas lojas Loungerie. A vedete da marca é a calcinha de tule, tipo biquíni, que confere conforto e a sensação de estar sem ela, tendo modelagem ajustada ao corpo das brasileiras.

Criada em Miami e conhecida por utilizar em suas coleções tecidos inovadores e leves, a On Gossamer equilibra o básico e o sexy na famosa calcinha, feita de tule italiano 100% poliamida, em todas numerações e disponível nas cores azul petróleo, preta, roxa, lilás, rosa claro, latte e fúcsia.

As peças estão disponíveis em 70 lojas em 21 Estados e no e-commerce da Loungerie, que desde 2009 é referência no mercado de varejo de moda íntima no Brasil devido ao Sutiã Perfeito, dotado de diferentes combinações de tamanho de tórax e busto que permitem melhor ajuste.

A vinda da On Gossamer integra o plano de expansão da Loungerie, que conta ainda em seu portfólio com as marcas internacionais Fashion Forms, Hanky Panky, Wacoal e Spanx.

 

Diamante sintético é ético       

Às vésperas de festejar 70 anos, os diamantes cultivados em laboratório, agora, em tempos de sustentabilidade, são chamados de éticos porque não sendo de minas, cuja extração chega a ser desumana e cria cicatrizes terrestres, tornam-se amigáveis com a natureza. A Tantum, fundada pelo egípcio Nathan Gilbert em 2019, utiliza esses diamantes em suas joias porque “são dotados das mesmas propriedades químicas e físicas da gema natural”.

Após atuar por 30 anos no mercado de joias, Nathan Gilbert, que viveu no Brasil e hoje mora em Portugal, passou para uma produção sustentável ao criar a Tantum. Além do diamante sintético, ele também usa outra matéria-prima sustentável (e também menos valiosa): o ouro 11k, formado por 45,83% partes de ouro e 54,17% de outros metais.

“Todo desenvolvimento das joias é focado na mulher do agora, que caminha conectada ao pensar e sentir de seu tempo”, explica Gilbert, batizando as coleções com nomes sugestivos – Liberté, L’Amour, Papillon de Nuit e Mistério Guardado.

Enfim, com adesão de grandes joalherias, longe vai o tempo de desprezo pelo diamante sintético, “extraído” pela primeira vez, em 1955, dos laboratórios da General Electric, nos EUA. A Oui by Jean Dousset, do tataraneto do fundador da Cartier, está entre as grandes marcas adeptas das joias éticas. Ainda não disponível no Brasil, a coleção Brilliance da dinamarquesa Pandora também é toda de peças com diamantes éticos.

 (Confira na loja virtual https://tantumjoias.com.br).

 

Corante de amoras é moda Malwee

Grande varejista, a catarinense Malwee anuncia que vai utilizar corantes naturais em sua produção de grande escala de forma permanente, ciente de que a indústria da moda responde por 20% da poluição industrial da água do planeta, segundo dados da ONU. Nesta semana chegam ao mercado calças, jaquetas e bermudas feitas em tecido sustentável de sarja com algodão, nas cores rosa extraída da amora e verde, derivada do extrato de amora branca.

As calças têm modelagem wide leg, jaqueta estilo cropped, e o short masculino segue comprimento meia coxa, disponíveis no site da marca. Preços de 169 a 239 reais.

Esse tipo de tingimento causa menor impacto ao meio ambiente, já que os corantes naturais utilizam pigmentos a partir de plantas cultivadas sem pesticida ou fertilizante tóxico. E a empresa testa outros tipos de base já que, além da sarja, é possível fazer coloração sustentável nas malhas. “O tingimento natural é uma das alternativas para um futuro menos poluente na nossa indústria”, diz Taíse Beduschi, gerente de Sustentabilidade da Malwee.