Auto Viação Redentor adota máscaras em acrílico para seus colaboradores

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Uma iniciativa para que todos colaboradores usem   máscaras de proteção individual em acrílico, do tipo “face shield”, (proteção para o rosto,) foi adotada esta semana pela Auto Viação Redentor, atualmente com 1.600 colaboradores e considerada uma das maiores empresas de transporte urbano de Curitiba.

A iniciativa lembrando Dia Mundial da Segurança e da Saúde no Trabalho, instituído no dia 28 de abril, “está dentro do programa segurança e saúde dos colaboradores da Redentor, que inclui a recomendação para que sejam a respeitados também o isolamento social fora do ambiente de trabalho além do uso e álcool e outras medidas recomendadas pelos órgãos competentes. ”

Sueli Gulin Calabrese , Diretora de Recursos Humanos da Auto Viação Redentor enfatiza: “Eu e os outros diretores da empresa, meus primos Angelo Gulin Neto, Rodrigo Gulin Faria e Acir Antonio Gulin estávamos pensando como poderíamos  proteger e auxiliar nossas equipes contra a Covid; então depois de pesquisa sobre equipamentos e reuniões com nossos Gerentes de Recursos Humanos, de Tráfego e de Manutenção, entendemos que ao adquirirmos estas máscaras estaríamos aumentando a proteção da vida dos nossos colaboradores. Adquirimos os “face shield” para motoristas e cobradores em um primeiro momento, pois são eles quem estão em contato direto com muitas pessoas diariamente em ambiente fechado. ”

E prossegue Sueli: “Dentro de nossa garagem todos fazem uso de máscaras, álcool em gel, e podem lavar as mãos com frequência, além de observarem o distanciamento”. E frisa: “enquanto as vacinas não são disponibilizadas para nossos colaboradores da linha de frente, procuramos preservar suas vidas. A máscara que vem sendo usada agora é mais um EPI – Equipamento de Segurança Individual, e que evita o contato com pequenas gotículas de saliva, e fluídos nasais que possam atingir o rosto, os olhos, o nariz e a boca, e que somadas as máscaras de tecido, auxiliam a prevenção contra a Covid.”

Mais adiante ela salienta: “Aliás este é um EPI recomendado por especialistas na proteção de vírus e bactérias. Sabemos que para alguns é difícil a adaptação e uso destes equipamentos, porém temos certeza que nossos colaboradores serão os primeiros a nos apoiarem e usarem os “face shield”, e mostrarmos aos nossos passageiros a importância da Prevenção, no intuito de combatermos o vírus da Covid-19”, finaliza Sueli.

Colorfix  lança linha inédita sustentável

Francielo Fardo, diretor superintendente da Colorfix: “soluções em conjunto com os fabricantes de manufaturados plásticos”

O mercado brasileiro de transformação do plástico ganha um novo aliado para a produção de produtos sustentáveis a partir deste mês de abril. A paranaense Colorfix Masterbatches, localizada em Colombo, região metropolitana de Curitiba, apresentou recentemente a marca Revora, uma inédita linha no país que reúne um conjunto de soluções e metodologias de trabalhos voltados a sustentabilidade que envolve toda a cadeia da indústria de transformação: fornecedores, matérias-primas, métodos de produção, embalagens, produto final e descarte consciente.

Profissionais da Colorfix – uma das maiores empresas do segmento de transformação do plástico no Brasil, trabalharam intensamente nos últimos 12 meses, até chegar a uma solução que pudesse agregar valor sustentável a produtos dentro de uma ideia circular, envolvendo todas as fases industriais necessárias até que determinado produto chegue ao consumidor final bem como possa ser descartado adequadamente quando não mais usado.

“O resultado foi a marca Revora,  que vai proporcionar soluções em conjunto com os fabricantes de manufaturados plásticos, ou seja, iniciativa que contemplam desde um concentrado de cor, utilizando de materiais alternativos, até concentrados com funcionalidades específicas, que possibilitam ao cliente o aumento de produtos sustentáveis provenientes da economia circular como, por exemplo, o uso de Resinas Recicladas Pós-Consumo (PCR) ou mesmo a produção de produtos exclusivos sustentáveis”, explica o diretor superintendente da Colorfix, Francielo Fardo.

O nome Revora, explica o superintendente, foi escolhido por traduzir o respeito ao meio ambiente de forma palpável em que todos os envolvidos têm papel fundamental para que os recursos tecnológicos possam contribuir em um consumo inteligente e renovável. Revora é o anagrama da palavra árvore, o que representa o meio ambiente, a sustentabilidade e a economia circular”.

“O plástico é um insumo com a menor pegada de carbono, quando analisado a vida útil do produto final aliado ao espectro da economia circular, pois é de fácil reciclagem. A Revora,  vai contribuir com a transição para soluções ecologicamente mais eficientes e adaptadas ao modelo do comportamento humano que temos hoje”, ressalta Fardo.

Projetos de iluminação  geram economia

Gustavo Batista: “Retorno do investimento é rápido: em torno de um ano”

A energia elétrica vai ficar mais cara no Brasil em 2021. Segundo previsão feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o reajuste pode chegar a 13%. A razão do aumento é um déficit de 3,17 bilhões de reais gerado em 2020 pela suspensão do uso de bandeiras em maio como medida por conta da pandemia de Covid-19.

E esse aumento tem um reflexo imediato, não apenas nos consumidores “comuns”, mas também nas indústrias. Por esta razão, é imprescindível buscar soluções que abaixem o consumo energético em um complexo industrial, para que o prejuízo seja minimizado.

Uma das formas de otimizar os recursos e reduzir a conta de energia é com a iluminação, que é um dos principais “consumidores” dentro de uma indústria, e um projeto específico de iluminação pode gerar economias e um retorno de investimento em curto prazo.

O Engenheiro Gustavo Batista, promotor técnico da área de iluminação da Reymaster Materiais Elétricos, afirma que a procura por projetos de iluminação tem aumentado por conta dos altos custos. Segundo ele, o primeiro passo é realizar uma análise e estudo do cenário atual.

“Quando realizamos a prospecção para um cliente, analisamos o custo do quilowatt-hora (kWh) pago pela empresa e a utilização mensal e diária do sistema.”

Normalmente, os “vilões” do consumo são as lâmpadas de descarga de sódio e metálica. Esses equipamentos, de tecnologia ultrapassada, demandam um maior custo energético e entregam uma eficiência de iluminação muito menor.

O engenheiro diz que nesses casos, a melhor opção são as lâmpadas de LED, tecnologia que gera uma economia entre 50% e 70%. Outra vantagem dessa iluminação é a maior vida útil do equipamento, que, pode chegar a ser até 5 vezes maior do que as lâmpadas convencionais.

É claro que um projeto de iluminação em LED tem um custo inicial mais alto. Porém, Gustavo Batista ressalta que o retorno financeiro também é rápido. “Após o investimento, esse retorno financeiro acontece entre 12 e 18 meses. Dado o tempo de vida útil, eficiência energética e qualidade de iluminação, esse é um tempo rápido de retorno para uma indústria”, reforça o consultor.