Do Paraguai aos polos do agro: pesquisador destrava R$ 300 mil em vendas de mentorias
Com organização de processos comerciais & IA, GrupoEnv triplica fechamento de mentoria de alto ticket no agronegócio
27/05/2026 às 11:53
Joaquin Fuentes é pesquisador e palestrante; Guilherme Battisti, fundador do GrupoEnv. Divulgação
Um dos setores mais dinâmicos da economia da América Latina, o agronegócio ainda enfrenta um gargalo histórico que vai além das porteiras: a falta de processos comerciais estruturados no ambiente digital. Embora o campo lide bem com alta tecnologia na produção, a venda de serviços e treinamentos especializados de alto valor frequentemente esbarram na falta de organização, além de em fluxos comerciais confusos.

Essa realidade começou a mudar para a operação de Joaquin Fuentes, pesquisador com forte atuação no Paraguai e palestrante nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, principais polos produtores do Brasil. Especialista no controle e manejo de plantas daninhas, o profissional decidiu profissionalizar sua estrutura de vendas digitais para comercializar sua mentoria premium, precificada em R$ 6 mil anuais e voltada a grandes produtores e agrônomos.

Para tirar a estratégia do papel e transformá-la em realidade prática de caixa, Fuentes contratou a consultoria catarinense do GrupoEnv. O resultado da implementação prática foi imediato: em 60 dias de operação ativa, o projeto gerou um faturamento incremental aproximado de R$ 300 mil, com a atração de novos alunos e eficiência de custos acima da média do mercado.

Joaquin Fuentes já possuía uma reputação consolidada por suas palestras internacionais, que resolve um dos problemas mais caros para o produtor rural: as perdas financeiras causadas por plantas daninhas resistentes na lavoura. No entanto, sua presença digital não refletia essa relevância comercial de forma organizada.

A equipe do GrupoEnv constatou que o perfil do especialista operava sem um fluxo claro de vendas. As publicações eram feitas sem um direcionamento prático para conversão e o atendimento aos interessados no WhatsApp não seguia um padrão de acompanhamento comercial estruturado.

"Muitos profissionais qualificados acreditam que basta publicar conteúdo na internet para vender produtos de alto valor. No mundo real, o cliente de alto ticket precisa ser conduzido de forma organizada. O produtor rural ou agrônomo que investe R$ 6 mil em uma mentoria não compra por impulso, ele precisa ver clareza no processo e ser atendido com profissionalismo”, explica Guilherme Battisti, fundador do GrupoEnv.

Dados do Sebrae confirmam que a desorganização interna e a falta de planejamento operacional e financeiro figuram de forma consistente entre as três maiores causas de estagnação e mortalidade de empresas no Brasil. No departamento de vendas, essa carência é ainda mais evidente. As empresas brasileiras sofrem para gerenciar o fluxo de clientes potenciais (leads) que chegam até elas de maneira desordenada.

A atuação do GrupoEnv não se limitou a diagnósticos e planejamentos teóricos. Battisti e seu time implementaram três ações de campo fundamentais para estruturar a operação comercial do especialista:

1.   Organização do perfil e atração de contatos reais
Transformação da página de perfil de Joaquin Fuentes em uma vitrine corporativa. Os conteúdos passaram a responder diretamente às principais dores financeiras das lavouras de alta escala. O crescimento consolidou cerca de 29 mil seguidores reais, com auditorias externas atestando 100% de integridade da audiência.

2.   Governança corporativa de ativos de mídia e soberania de dados
Configuração do gerenciador oficial (Meta Business Suite) diretamente sob controle da empresa contratante. O capital de publicidade de R$ 2.300,00 foi administrado sob rastreabilidade estrita de dados, gerando 202 contatos qualificados no WhatsApp, blindando os dados e garantindo inteligência interna ao cliente.

3.   Fim da bagunça comercial (processos e scripts)
Implementação de reuniões de rotina comercial e elaboração de scripts de vendas personalizados para o WhatsApp. Foram criados métodos de follow-up que impedem que novos interessados esfriem ou fiquem sem atendimento imediato do time.

Impacto no negócio e previsibilidade de caixa

A organização da rotina e a estratégia de aquisição em escala trouxeram resultados práticos, rápidos e totalmente documentados para a operação do agrônomo, já que o volume total de fechamento de matrículas multiplicou por três vezes em um mês de operação contínua. A entrada de 50 novos participantes na mentoria anual gerou uma injeção direta de aproximadamente R$ 300 mil de faturamento líquido programado, garantindo previsibilidade de caixa para o projeto.

Joaquin Fuentes recomenda o método: "Fiquei extremamente satisfeito com a estratégia que estruturamos junto ao GrupoEnv. Em apenas dois meses de implementação, os contatos aumentaram drasticamente e o fechamento de matrículas triplicou. É o fator decisivo para escalabilidade e faturamento."

O sucesso dessa implementação expõe um gargalo crítico que atinge boa parte das empresas latino-americanas, independentemente de seu porte: a ausência de uma disciplina de processos e governança em seus setores de vendas. O erro comum é acreditar que os problemas de faturamento se resolvem apenas trazendo "mais visitas" para o site ou "mais seguidores" para as redes sociais.

Grupo Gazin otimiza operações de TI



Com uma operação que inclui cerca de 360 lojas de varejo, 12 fábricas e 25 centros de distribuição em 12 estados brasileiros, o Grupo Gazin vem acelerando sua modernização tecnológica para sustentar o crescimento e fortalecer a segurança de sua infraestrutura digital. Fundado em 1966 e hoje uma das maiores empresas de varejo e serviços financeiros do país, o Gazin adotou as soluções da ManageEngine para reorganizar sua gestão de TI e impulsionar a eficiência operacional.

Desde o início da parceria em 2019, a empresa com sede no Paraná passou por uma transformação que inclui maior visibilidade sobre seus ativos, automação de tarefas críticas e segurança reforçada em um ambiente altamente distribuído. Um dos principais avanços veio com a implementação do Endpoint Central, que permitiu à equipe de TI, agora composta por mais de 200 profissionais, controlar e proteger remotamente mais de 5.600 endpoints, reduzindo custos, agilizando processos e elevando a maturidade digital da empresa.

"A ManageEngine tem sido uma fornecedora de tecnologia confiável e nossa colaboração se fortaleceu significativamente nos últimos anos", disse Ricardo Soares, chefe de tecnologia e inovação da Gazin. "A ManageEngine contribuiu significativamente para melhorar a eficiência da nossa gestão de TI. Conseguimos não apenas reduzir nossos custos totais, mas também permitir que nossas equipes de TI se concentrassem em iniciativas mais estratégicas. Nossos processos foram completamente simplificados com a implementação das soluções da ManageEngine, o que nos tornou mais maduros digitalmente."

A equipe de TI da Gazin, com sede no Paraná, cresceu de 40 profissionais para mais de 200 em uma década, um aumento de 400%. Com o Endpoint Central, a solução unificada de gerenciamento e segurança de endpoints da ManageEngine, a Gazin obteve visibilidade e controle unificados sobre seu ambiente distribuído. Hoje, a equipe de TI tem acesso 100% seguro a todos os seus ativos remotos em todo o país.

Google transforma busca com IA

Especialistas apontam que a internet está entrando na “era da recomendação”, onde reputação, contexto e clareza digital passam a valer mais do que apenas cliques e palavras-chave. O Google anunciou durante o Google I/O, realizado dias 19 e 20 de maio, de forma online, uma das maiores transformações da busca em mais de 25 anos e essa mudança pode alterar profundamente a forma como consumidores descobrem empresas, serviços e marcas na internet.

Por décadas, a lógica da busca online funcionou de maneira relativamente simples: pesquisar, clicar, navegar. “Agora, com o avanço da inteligência artificial generativa integrada à busca, esse comportamento começa a mudar”, explica Lucas Raganhan, fundador da Sirène Media & Strategy, que participou do evento.

Segundo ele, ferramentas baseadas em IA conseguem interpretar intenção; resumir conteúdos; recomendar empresas; compreender contexto local; analisar reputação digital; interpretar imagens, vídeos e linguagem natural; e até executar tarefas em nome do usuário. Na prática, a internet começa a sair da “era da busca” e entrar na “era da recomendação”.
A transformação já impacta diretamente o comportamento dos usuários. Segundo levantamento da SparkToro em parceria com a Datos, quase 60% das buscas no Google já terminam sem nenhum clique: as chamadas zero-click searches. Ao mesmo tempo, consumidores começam a utilizar ferramentas de IA como ChatGPT e Google Gemini para pedir recomendações; descobrir empresas; comparar serviços; planejar compras; e buscar informações contextualizadas.

Um estudo divulgado pela Adobe aponta que usuários já utilizam IA generativa como mecanismo de descoberta de marcas e produtos, o que altera significativamente a jornada tradicional de busca. Além disso, dados do próprio Google mostram que cerca de 40% da Geração Z já utiliza plataformas como TikTok e Instagram como motores de busca para descobrir locais, negócios e experiências.
 
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